POLÍTICA NACIONAL

Hermes Klann cobra critérios mais claros para a pesca artesanal da tainha

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (10), o senador Hermes Klann (PL-SC) criticou a forma como o governo federam vem implementando as regras para a pesca artesanal da tainha em Santa Catarina.

— Primeiro, o governo federal determinou o encerramento da modalidade de arrasto de praia após o atingimento de 90% da cota estabelecida. Poucos dias depois, o próprio governo reconhece que há estoque disponível, que os estudos indicam a possibilidade de ampliação da captura, e anuncia uma cota adicional. Ora, se há espaço para ampliar a captura, é sinal de que o sistema precisa ser aperfeiçoado — argumentou.

O senador acrescentou que “não é razoável gerar insegurança para milhares de trabalhadores e, em seguida, reconhecer que ainda existe margem para a continuidade da atividade”.

Hermes Klann afirmou que isso evidencia a necessidade de se aperfeiçoar os critérios adotados pelo governo. Na avaliação dele, as decisões devem estar fundamentadas em parâmetros técnicos mais transparentes e construídos em diálogo com as comunidades pesqueiras.

— A tainha representa muito mais do que uma atividade econômica. Ela representa a cultura histórica, a identidade e o sustento de gerações de catarinenses. Continuarei acompanhando de perto essas discussões, defendendo tratamento justo para todos os pescadores artesanais de Santa Catarina, com decisões baseadas na realidade do mar e no diálogo com as comunidades pesqueiras — declarou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Fim da escala 6×1 dará ‘dignidade’ aos brasileiros, diz Cleitinho

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (10), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que extingue a escala de trabalho 6×1 e adota o modelo 5×2.

— A gente deve obrigação e honra ao trabalhador e ao empresário. Então, que se vote, o mais rápido possível, o fim da escala 6×1, que se dê dignidade e se faça a escala 5×2 — declarou.

O parlamentar criticou privilégios da classe política e argumentou que trabalhadores submetidos à jornada atual enfrentam condições muito diferentes das vividas por agentes públicos. Para ele, a discussão sobre a jornada de trabalho deve levar em conta a realidade da população que depende do emprego formal.

— A verdade é que a gente está trabalhando aqui em 2×5. E eu queria entender o que faz um político que trabalha em 2×5, que ganha R$ 40 mil — fora os privilégios, fora o plano de saúde vitalício, o carro oficial, auxílio-alimentação e auxílio-moradia — querer convencer um trabalhador CLT, que trabalha 6×1, que ganha R$ 1.600 e pega ônibus lotado, de que a culpa é dele e de que ele não pode ter mais uma folga. Que loucura é essa? — argumentou.

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Para o parlamentar, a mudança é necessária para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Ele argumentou que a jornada atual limita o tempo destinado ao descanso, à família e a outras atividades fora do ambiente de trabalho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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