POLÍTICA NACIONAL

Parlamentares lançam agenda legislativa para fortalecer as entidades de previdência complementar

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Deputados e senadores lançaram a agenda legislativa da Frente Parlamentar Mista pelo Fortalecimento das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. O objetivo é ampliar a proteção dos trabalhadores por meio da previdência complementar.
A deputada Erika Kokay (PT-DF) falou do movimento suprapartidário em defesa dos trabalhadores: “Nós estamos trabalhando à frente na construção das micropensões para que segmentos que são mais vulnerabilizados possam ter acesso a uma previdência complementar, que haja uma complementação dos benefícios a partir da contribuição mensal desses trabalhadores.”

A frente será presidida pelo deputado Tadeu Veneri (PT-PR). “Nós estamos falando de pessoas que chegam aos 70 anos, 80 anos, e às vezes não têm nenhuma renda e dependem de familiares”, disse.

Segundo o parlamentar, o objetivo da frente é listar os projetos que dizem respeito à previdência complementar e incentivar os brasileiros a pouparem. “Queremos fazer com que as pessoas no Brasil inteiro comecem a ter mais o hábito de poupar para o futuro”, afirmou.

Da TV Câmara
Edição – Natalia Doederlein

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Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova criação do crime de ofensa discriminatória que cause trauma coletivo em minorias

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4083/25, que cria o crime de “ofensa discriminatória com efeitos sociais”. A proposta altera o Código Penal para punir atos de discriminação, ridicularização ou hostilidade que exponham grupos a humilhação pública e gerem traumas coletivos.

O relator, deputado Padre João (PT-MG), defendeu o texto destacando que a lei atual foca na ofensa individual, mas deixa uma lacuna quando comunidades inteiras são feridas. “Atos que antes ficavam restritos ao âmbito privado hoje alcançam milhões de pessoas em segundos, reforçando estigmas que corroem a paz social”, afirmou.

Redes Sociais e monetização
Pelo texto, de autoria do deputado João Daniel (PT-SE), a pena de 2 a 6 anos de reclusão pode ser aumentada em até dois terços se o autor for uma figura pública ou se utilizar a conduta para ganhar dinheiro através de monetização na internet. Para garantir a segurança jurídica, o projeto exige que o trauma coletivo seja comprovado por laudo técnico ou estudo social de órgãos competentes.

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Próximos passos
O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e depois será votado pelo Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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