MATO GROSSO

Polícia Civil prende proprietário de posto por vender diesel comum como aditivado em Cuiabá

A Polícia Civil, em ação conjunta com fiscais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizou, na manhã desta sexta-feira (13.03), uma fiscalização em um posto de combustíveis localizado na Rodovia Palmiro Paes de Barros, em Cuiabá, ocasião em que foi constatada a prática de fraude contra consumidores.

No local, os policiais da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e fiscais da ANP verificaram que o postos estava abastecendo óleo diesel S10 comum em um bico de combustível com anúncio de diesel S10 aditivado pelo valor de R$ 7,39.

O óleo diesel S10 comum é o combustível básico com baixo teor de enxofre, utilizado na maioria dos veículos a diesel modernos, enquanto o diesel S10 aditivado recebe a adição de detergentes, dispersantes e outros aditivos que ajudam a limpar e preservar os bicos injetores, reduzir a formação de depósitos no sistema de injeção e melhorar o desempenho do motor.

Esses aditivos contribuem para um funcionamento mais eficiente e regular do motor, podendo favorecer a melhor queima do combustível e, em alguns casos, maior economia e durabilidade do sistema de injeção, motivo pelo qual o diesel aditivado costuma ser comercializado por um valor mais alto em comparação ao diesel S10 comum.

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Diante das irregularidades constatadas, o proprietário e o gerente do posto foram conduzidos à Decon, onde, após a conclusão dos procedimentos periciais preliminares, o proprietário foi autuado em flagrante delito por crime contra as relações de consumo, cuja pena pode chegar a até cinco anos de prisão, além de multa.

Durante a abordagem policial, o proprietário do estabelecimento ainda prestou informação falsa aos policiais civis sobre o seu endereço residencial, afirmando que morava nos fundos do próprio posto fiscalizado.

No entanto, ao serem questionados, funcionários do estabelecimento informaram que não há qualquer residência no local e que o suspeito não reside na empresa, indicando que o investigado tentou induzir os policiais a erro.

O proprietário do posto já havia sido autuado anteriormente em outra fiscalização realizada pela Polícia Civil em conjunto com a ANP, ocasião em que foi constatada fraude volumétrica no abastecimento. Naquela oportunidade, verificou-se que a cada 20 litros abastecidos em uma das bombas de óleo diesel do mesmo posto, a quantidade efetivamente abastecida era 120ml menor que o registrado pela bomba.

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Após a lavratura do flagrante, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

A Polícia Civil e a ANP têm intensificado ações conjuntas de fiscalização no Estado. Somente nesta semana, além do flagrante registrado nesta sexta-feira, foram apreendidos mais de 2.600 litros de óleo lubrificante automotivo com indícios de falsificação em uma distribuidora da Capital.

Denúncias

Denúncias sobre irregularidades na comercialização de combustíveis e lubrificantes podem ser feitas pela população por meio do telefone 197, pela Delegacia Digital, ou pessoalmente em qualquer delegacia de polícia.

Também é possível procurar diretamente a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), localizada na Rua General Otávio Neves, nº 69, bairro Duque de Caxias I, em Cuiabá, de segunda a sexta-feira, em horário comercial, ou pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil prende pai e apreende filho por corrupção ativa em Colniza

A Polícia Civil prendeu um homem, de 43 anos, pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e corrupção ativa, nesse domingo (7.6), em uma região de garimpo de Colniza. Na mesma ocorrência, o filho do suspeito, de 17 anos, foi apreendido por ato infracional análogo ao crime de corrupção ativa.

A ação foi realizada por policiais civis da Delegacia de Colniza após denúncia de que um homem que estaria portando arma de fogo de forma ilegal.

Durante a abordagem, os policiais localizaram uma pistola municiada na cintura do suspeito, além de um carregador contendo munições.

Diante da situação de flagrante, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido à delegacia. Conforme relato dos policiais, durante o trajeto, o homem ofereceu R$ 10 mil em ouro para que fosse liberado, configurando, em tese, o crime de corrupção ativa.

Já na unidade policial, após realizar a ligação telefônica a que tinha direito, o suspeito recebeu a visita do filho, de 17 anos, que compareceu ao local portando determinada quantidade de ouro.

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Conforme apurado, o material teria sido levado com a finalidade de oferecer vantagem indevida aos policiais, circunstância que resultou na apreensão do adolescente por ato infracional análogo ao crime de corrupção ativa, previsto no artigo 333 do Código Penal.

Ao final dos procedimentos, pai e filho seriam ouvidos pela autoridade policial e colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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