CUIABÁ

Trecho da Avenida Marechal Deodoro será totalmente interditado por 30 dias

A Avenida Marechal Deodoro terá o trecho compreendido entre a Padaria Marechal e a Avenida Mato Grosso totalmente interditado para o tráfego de veículos a partir de terça-feira (20). A interdição ocorrerá para a implantação da rede coletora de esgoto e drenagem, executada pela Concessionária Águas Cuiabá, com autorização e apoio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública.

Durante o período das obras, todo o tráfego será desviado para vias alternativas, incluindo o transporte coletivo que normalmente circula pelo local. Agentes de trânsito estarão posicionados nas avenidas Marechal Deodoro, Presidente Marques e São Sebastião, principalmente nos primeiros dias, para orientar os motoristas e auxiliar na fluidez do trânsito.

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública recomenda que os motoristas sigam pela Avenida Getúlio Vargas, acessando a Avenida São Sebastião, após a Escola Estadual Liceu Cuiabano, por ser a rota mais adequada à logística do tráfego.

Como as obras serão realizadas em duas etapas, uma quadra por vez, haverá possibilidades de desvios conforme o avanço dos serviços.

Opção 1

Seguir pela Av. Marechal Deodoro até a Padaria Marechal;
Virar à direita na Rua Cursino do Amarante;
Em seguida, virar à esquerda na Rua Zulmira Canavarros;
Virar novamente à esquerda para acessar a Rua Monsenhor Treubare e seguir o destino.

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Opção 2

Ao chegar à Padaria Marechal, virar à esquerda na Rua Cursino do Amarante;
Seguir em frente, atravessando a Av. Presidente Marques;
Acessar à direita a Av. São Sebastião;
Cruzar a Rua Afonso Pena;
Virar à direita na Rua Eulálio Guerra até chegar novamente à Av. Marechal Deodoro, seguindo em direção à Rodoviária de Cuiabá.

“Caso optem por seguir pela Av. Marechal Deodoro, ao chegar na Padaria Marechal, essas são as alternativas disponíveis”, explicou o supervisor de interdições da Secretaria, Reginaldo Leonel.

Essas rotas alternativas também serão utilizadas pelos ônibus do transporte coletivo.

MANILHAMENTO

Segundo o engenheiro da Concessionária, Leony Piovesan, o serviço é de grande porte, sendo utilizadas inclusive manilhas de 600 de diâmetro e, mais abaixo, próximo da Av. Mato Grosso, de 800, fazendo a interligação na rede de drenagem da Av. Mato Grosso.

“30 dias é o prazo da obra. A gente vai trabalhar para tentar minimizar esse impacto e fazer a obra um pouco mais ligeira, mas a gente está num período chuvoso que impacta também no nosso cronograma. Mas o prazo é 30 dias para deixar a via em perfeitas condições e liberar a via”, relatou o engenheiro.

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Além do pavimento na altura do pavimento atual, a Concessionária se responsabiliza em passar o microrevestimento em toda a via, bem como a sinalização horizontal.

INTERDIÇÕES EM ANDAMENTO

Outras vias na cidade estão interditadas, como a Av. Generoso Ponce e a Avenida Dom Bosco, para fazer a interligação no Córrego da Prainha. Além da Rua Joaquim Murtinho, que também será interditada nos próximos dias para obras da Águas Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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