NACIONAL

IFPB desenvolve aplicativo de assistência farmacêutica

O Instituto Federal da Paraíba (IFPB), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), desenvolveu o aplicativo e-SUS AF para o Ministério da Saúde, a fim de facilitar a distribuição de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS). A ferramenta deve integrar dados, qualificar a logística e fortalecer a transparência das informações sobre a dispensação de medicamentos na saúde pública. 

O novo app é uma demanda antiga do Ministério da Saúde, pois o sistema anterior está desatualizado, com arquitetura tecnológica que já não suporta as atualizações necessárias para celular e internet de alta velocidade, dificultando o planejamento e o gerenciamento da política de assistência farmacêutica com informações em tempo real.  

O e-SUS AF foi desenvolvido considerando avanços como agilidade e transparência dos processos e foi conduzido pelo Polo de Inovação do IFPB, com a participação ativa de estudantes, como o graduando em engenharia da computação Daniel Barbosa. “É empolgante ver o que ajudamos a desenvolver sendo testado para chegar à ponta do sistema nos próximos anos”, ressaltou. 

Outro estudante que integra o projeto é Fabiano Santana, coordenador do Núcleo de Saúde Digital da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba e mestrando no IFPB. Para ele, o projeto representa uma ‘mudança radical’ na transformação digital do estado. “Teremos dados mais concisos e condizentes com a realidade, pois trabalharemos com uma base única e centralizada. Isso permite uma gestão mais eficiente e próxima da população”.  

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Projeto piloto – Como fase de teste, em dezembro de 2025, o e-SUS AF foi apresentado em uma oficina para representantes de mais de 60 municípios que integram o SUS na 1ª Macrorregião de Saúde no estado. Eles já estão utilizando em sua rotina profissional a versão 1.0 do e-SUS AF e do MedSUS, que reúne a base de dados de informações medicamentosas. 

A parceria do IFPB com o Ministério da Saúde busca garantir a sustentabilidade tecnológica do sistema por meio do desenvolvimento colaborativo. A previsão é que secretarias estaduais e municipais de saúde sejam incorporadas ao processo de implantação em breve, a fim de fortalecer o cuidado prestado ao cidadão. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do IFPB 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MME promove debate sobre potencial das eólicas offshore

O Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu, nesta terça-feira (7/4), o webinar “Panorama das Eólicas Offshore no Mundo e o Potencial Brasileiro”. O evento teve como objetivo ampliar o debate sobre essa fonte de energia no país e apoiar a construção de políticas públicas e estratégias para sua implementação.

Durante o evento, a diretora do departamento de Transição Energética do MME, Karina Araújo, ressaltou a importância do webinar como espaço de troca de conhecimentos entre diferentes atores, contribuindo para o aprofundamento do tema.

“A energia eólica offshore é uma aliada na estratégia de transição energética, considerando o potencial brasileiro. Além de reforçar a segurança no fornecimento de energia, o setor vem atraindo investimentos e impulsionando estudos técnicos. Em crescimento nos últimos anos, essa nova fonte pode contribuir para diversificar e fortalecer a matriz elétrica renovável do país, apoiada na construção contínua de um sólido arcabouço técnico e regulatório”, afirmou.

O evento reuniu especialistas que abordaram experiências globais em projetos offshore, licenciamento ambiental marinho, aspectos legais e regulatórios no Brasil, decisões de investimento, viabilidade técnica, além da conexão à rede elétrica e do desenvolvimento de mercado.

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A iniciativa integra o cronograma do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore (GT-EO), coordenado pelo MME, que articula ações técnicas, regulatórias e institucionais no âmbito federal para impulsionar o setor no Brasil.

Novas diretrizes
O webinar também trouxe a aprovação da resolução que define as diretrizes para a regulamentação da Lei nº 15.097/2025, referente às eólicas offshore. A medida foi deliberada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) na última quarta-feira (01/04). A resolução estabelece orientações alinhadas ao marco legal, bem como aos prazos definidos pelo GT-EO.

Entre os critérios definidos, destaca-se a referência inicial de distância mínima da costa, inicialmente fixada em 12 milhas náuticas a partir da linha de base, com possibilidade de revisão conforme estudos técnicos e o Planejamento Espacial Marinho.

Confira o evento completo neste link (YouTube).

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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