PESQUISA VERITÁ – GOVERNADOR 2026

Pivetta lidera pesquisa para governador em Mato Grosso; veja os gráficos

Levantamento mostra cenários distintos para 2026, com Otaviano Pivetta na dianteira na espontânea e Wellington Fagundes liderando na estimulada

A mais recente pesquisa do Instituto Veritá sobre a disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026 mostra o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) na liderança no cenário espontâneo, enquanto o senador Wellington Fagundes (PL) aparece à frente na modalidade estimulada.

Na intenção de voto espontânea, quando os eleitores não recebem uma lista prévia de candidatos, Otaviano Pivetta lidera com 35,4% das menções. Wellington Fagundes surge em segundo, com 24,5%, seguido por Jayme Campos (União Brasil), que registra 10,4%.

Já na intenção de voto estimulada, cenário em que os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados, Wellington Fagundes lidera com 40,5% das intenções de voto. Otaviano Pivetta aparece na segunda colocação, com 24,1%, enquanto Jayme Campos soma 9,3% e fecha o grupo dos principais nomes.

Os dados evidenciam um cenário ainda em construção para as eleições de 2026, com diferenças relevantes entre a lembrança espontânea do eleitor e a escolha diante de uma lista de candidatos.

A pesquisa também aponta níveis significativos de indecisos e eleitores que optam por branco ou nulo, reforçando que a disputa segue aberta e sujeita a mudanças ao longo do período pré-eleitoral.

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Outro indicador importante é o índice de rejeição. Jayme Campos aparece com a maior rejeição, alcançando 44,9%. Wellington Fagundes registra 20,3%, enquanto Natasha Slhessarenko aparece com 19,7%.

Os números mostram que, apesar da vantagem de Wellington Fagundes no cenário estimulado, Otaviano Pivetta desponta com maior força na lembrança espontânea do eleitor, consolidando-se como um dos principais nomes na corrida pelo Palácio Paiaguás.

Fonte da pesquisa pagina instituto veritá clique no link

Veja graficos

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POLÍTICA MT

Cattani critica entraves e defende avanço da Ferrogrão, após decisão do STF

O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) comentou na sexta-feira (22) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarou constitucional a Lei nº 13.452/2017, considerada essencial para o avanço da Ferrogrão (EF-170), ferrovia planejada para ligar Sinop (MT) a Itaituba (PA).

A legislação altera os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da ferrovia. A norma havia sido questionada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6553.

Para Gilberto Cattani, a decisão representa um passo importante para o desenvolvimento logístico de Mato Grosso e para o escoamento da produção agrícola do estado. “A Ferrogrão vai destravar o transporte no estado do Mato Grosso, vai salvar boa parte da nossa agricultura, vai baratear o frete. Isso é magnífico”, afirmou o parlamentar.

Apesar de comemorar o avanço do projeto, o deputado também criticou os entraves enfrentados pela ferrovia nos últimos anos e afirmou que a obra poderia já estar em funcionamento.

“A pergunta que você tem que fazer não é por que ela foi liberada agora. A pergunta que você tem que fazer é por que ela foi travada. Faz seis anos e parte dela poderia estar pronta”, declarou.

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Cattani também rebateu críticas relacionadas ao impacto ambiental da obra e afirmou que o traçado da ferrovia acompanha áreas já impactadas pela BR-163. “Ela vai do lado da BR-163, onde já está aberto. Não tem problema nenhum”, disse.

O parlamentar ainda afirmou que a Ferrogrão começou a ser estruturada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o que classificou como obstáculos ideológicos ao avanço de obras de infraestrutura no país.

A Ferrogrão é considerada uma das principais obras de infraestrutura planejadas para o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste ao Arco Norte, especialmente soja e milho produzidos em Mato Grosso. A expectativa é que a ferrovia contribua para a redução dos custos logísticos e ampliação da competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: ALMT – MT

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