POLÍTICA NACIONAL
Mesa-redonda debate enfrentamento à violência política de gênero e raça para paridade
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e a Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados realizam, nesta quarta-feira (26), mesa-redonda sobre o enfrentamento à violência política de gênero e raça para paridade. O evento será às 10 horas, no Auditório Freitas Nobre.
O debate atende a pedido da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). Segundo a parlamentar, a comissão atua de forma conjunta com a Bancada Feminina da Câmara e do Senado em ações do calendário anual, como Março Mulher, Agosto Lilás, Outubro Rosa e os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. Segundo a deputada, o evento faz parte da campanha de mobilização.
O objetivo é reforçar a importância de ações integradas para prevenir e combater a violência política contra mulheres, especialmente negras e indígenas, e ampliar a paridade na representação política.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Secretário do Tesouro Nacional destaca crescimento econômico após a pandemia
O secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, disse nesta quarta-feira (8) aos parlamentares da Comissão Mista de Orçamento (CMO) que o Brasil tem mostrado resiliência econômica após a pandemia de Covid-19. Um dos indicadores disso seria o crescimento econômico.
— O país tinha uma média de 1,4% ao ano em períodos anteriores e, agora, está com uma média de 3% ao ano de crescimento, o que corrobora essa resiliência — afirmou.
O secretário esteve na comissão para cumprir dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal que exigem explicações periódicas do Executivo sobre as metas fiscais e a dívida pública.
Daniel Leal informou que as metas fiscais programadas para os próximos anos serão suficientes para reduzir a dívida a partir de 2029; No primeiro quadrimestre deste ano, segundo o secretário, o governo central teve um superávit – que são receitas de impostos maiores que despesas primárias – de R$ 9 bilhões. Já as empresas estatais tiveram déficit de R$ 6,5 bilhões.
A meta anual é de superávit de R$ 34,3 bilhões. Por causa dos juros altos, porém, a dívida líquida subiu de 65,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em dezembro de 2025 para 66,8% em março de 2026.
Juros altos
Para o deputado Mauro Benevides Filho (União-CE), os juros altos tornam a manutenção das reservas em dólar do país muito custosa. Isso porque elas rendem bem menos que o custo da dívida interna.
— O FMI [Fundo Monetário Internacional] diz que você só precisa ter 80% dos seus contratos cambiais. Se isso fosse verdade, o Brasil deveria ter, no máximo, US$ 240 bilhões em reserva cambial — declarou o parlamentar.
O Brasil tem, atualmente, US$ 367 bilhões em reservas cambiais.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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