TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Ações sociais e atendimentos de saúde são disponibilizados durante 7ª Corrida do Judiciário

Publicados

em

Bastaram 200 metros de corrida para o advogado Railson Barbosa sentir que não conseguiria completar a prova. Uma lesão no joelho, consequência de um torneio de tênis disputado no dia anterior, interrompeu sua participação na 7ª Corrida do Judiciário. Mas o que poderia ter sido uma manhã de frustração se transformou em exemplo prático da proposta do evento: oferecer serviços que vão muito além da competição esportiva.

“Vim direto para o atendimento. Já estão fazendo a parte preventiva, com massagem e cuidados para aliviar a dor. Isso ajuda muito”, relatou Railson, que elogiou a iniciativa. “Acho maravilhoso. O TJMT está cuidando dos atletas e também dos servidores. Mesmo sendo uma corrida promovida pelo Judiciário, o evento é aberto ao público, e isso é muito importante.”

Na manhã deste domingo (09), centenas de participantes se reuniram em frente ao Fórum de Cuiabá para a largada da corrida, que contou com modalidades de 2 km (caminhada), 5 km e 10 km (corrida), nas categorias público geral, magistrados(as)/servidores(as) e pessoas com deficiência (PCD), todas subdivididas em masculino e feminino. Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), sob coordenação do desembargador Rodrigo Roberto Curvo, em parceria com a Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), o evento consolidou-se como espaço de integração entre o Judiciário e a sociedade.

Leia Também:  Poder Judiciário promove reunião ampliada com secretárias de Assistência Social de todo estado

Saúde, sustentabilidade e equidade em movimento

Além das provas, o TJMT montou uma estrutura de serviços para a população. O Departamento de Saúde ofereceu ações preventivas como aferição de pressão, medição de glicose e massagens para os corredores, atendimentos que fizeram a diferença para participantes como Railson, que já havia corrido em edições anteriores e destacou a qualidade da organização.

O Comitê de Equidade Racial do TJMT estreou na corrida, com estande para divulgar seus serviços à população. O Núcleo de Sustentabilidade levou a Calculadora Itinerante, convidando as pessoas a calcularem a emissão de gases de efeito estufa gerada por suas atividades diárias. Já o Programa Verde Novo distribuiu mudas para os interessados em contribuir com o meio ambiente.

Judiciário fora da redoma

Para o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, a diversidade de serviços oferecidos reflete o compromisso da instituição em estar próxima da sociedade. “Inicialmente, quero destacar o quanto é importante para nós, do Judiciário, participar de um evento como este. É uma demonstração clara de interação, de aproximação com a sociedade. O que nós pretendemos é exatamente isso: viver em sintonia com os anseios sociais e mostrar os serviços que colocamos à disposição do cidadão”, afirmou.

Leia Também:  Vem aí "Por Dentro da Magistratura" com a desembargadora Nilza de Carvalho

O desembargador destacou ainda a participação expressiva de pessoas que não integram o Poder Judiciário. “É muito positivo ver tantas pessoas que não são do Poder Judiciário participando. Isso mostra que o Judiciário vai além dos processos e das atividades internas. Nosso objetivo é justamente demonstrar que não vivemos dentro de uma redoma. Nós existimos também para atender aos anseios da população e prestar serviços que contribuam com o bem-estar social.”

A proposta, segundo Zuquim Nogueira, é clara: “Queremos nos aproximar e fazer com que as pessoas sintam que o Judiciário é, de fato, um prestador de serviços à sociedade. Esse contato direto é fundamental para fortalecer a confiança e o vínculo entre a Justiça e o cidadão.”

Fotos: Roberta Penha e Josi Dias

Confira mais fotos no Flickr do TJMT

Leia mais sobre a corrida:

7ª Corrida do Judiciário reúne cerca de mil participantes de todo o estado

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Vem aí "Por Dentro da Magistratura" com a desembargadora Nilza de Carvalho

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Poder Judiciário promove reunião ampliada com secretárias de Assistência Social de todo estado

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA