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Departamento de Apoio aos Juizados Especiais contribui com XX Semana Nacional da Conciliação

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Nesta sexta-feira (7) encerra-se a XX Semana Nacional da Conciliação – Conciliar é Legal!, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em todo o país. Em Mato Grosso, o Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) contribuiu com o mutirão ao articular 154 audiências de conciliação envolvendo a empresa Gol Linhas Aéreas que foram realizadas pelo Cejusc dos Juizados Especiais e designando 20 conciliadores para reforçar as equipes do Cejusc da Fazenda Pública e do Cejusc Virtual Estadual.

Na segunda-feira (3), a equipe do Daje acompanhou a abertura dos trabalhos presenciais do Cejusc dos Juizados Especiais no Complexo dos Juizados Especiais, em Cuiabá e de acordo com a diretora do departamento, Shusiene Tassinari Machado, a edição foi positiva e demonstrou o comprometimento das equipes envolvidas. “O Daje tem compromisso com a efetividade das soluções consensuais. Atuamos para garantir que os Cejuscs tivessem o suporte necessário para que as audiências ocorressem com organização e agilidade, sempre pensando em melhor atender a população”, destacou.

A gestora do Cejusc dos Juizados Especiais, Raniele Silva Farias, informou que a unidade manteve suas audiências regulares e pautas concentradas diárias (cerca de 30 salas abertas por dia que realizam pelo menos 10 audiências cada), absorveu as 154 audiências da empresa aérea e realizou 86 audiências presenciais durante a semana. “Foram 70 conciliadores envolvidos nos trabalhos. Todas as audiências da Gol foram viabilizadas pelo Daje, que nos deu total apoio para manter a rotina de atendimentos e ampliar o alcance das conciliações”, afirmou.

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A XX Semana Nacional da Conciliação é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizada simultaneamente em todos os tribunais do país. Em Mato Grosso, as ações são coordenadas pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), que integra o Poder Judiciário estadual e atua por meio dos 49 Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) em funcionamento no Estado.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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