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PJe terá ativação do MFA com nova versão após instabilidade nacional

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) informa que, a partir desta quarta-feira (05 de novembro), às 00h15, será ativada uma nova versão para o Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) para acesso ao Processo Judicial Eletrônico (PJe). A implementação é conduzida pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) e segue o cronograma nacional definido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A autenticação multifator aumenta a segurança no acesso ao sistema ao exigir, além do login convencional (CPF/senha), a validação por um segundo fator — como código gerado por aplicativo autenticador, token ou outro método habilitado pelo usuário. Isso reduz o risco de acessos não autorizados e protege os dados processuais.

Agora, para entrar no PJe, não basta usar somente o CPF e a senha. Será necessário também digitar um código de seis dígitos que aparece em aplicativos como Gov.br, FreeOTP, Google Authenticator ou Microsoft Authenticator, que muda a cada poucos segundos e garante mais segurança.

No entanto, na última segunda-feira (03 de novembro), quando o CNJ aplicou o MFA nacionalmente, foram registradas instabilidades na integração da nova autenticação com o PJe. Diante dos impactos gerados aos usuários em todo país, o próprio CNJ melhorou a validação entre o CNJ e os autenticadores.

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Além disso, para facilitar a adaptação ao novo processo de login, o Tribunal disponibilizou manuais orientativos e abriu canais exclusivos de suporte para auxiliar promotores, procuradores, defensores públicos, advogados e demais operadores do sistema durante o processo de configuração do MFA.

Página de Ajuda MFA – TJMT

👉 Acesse a página do MFA no PJe: https://www.tjmt.jus.br/pagina/acesso-ao-pje

📘 Consulte também os manuais disponíveis em:

Manual 2FA PJe TJMT – GOVBR

Manual 2FA PJe TJMT – Autenticadores

Suporte técnico

Em caso de dúvidas ou dificuldades no acesso com autenticação multifatorial, os usuários poderão entrar em contato com os canais de suporte exclusivos da CTI, disponíveis a partir de 3 de novembro:

– OAB-MT: (65) 3617-3909

– MPMT / PGE-MT / Defensoria Pública de MT: (65) 3617-3910

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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