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Corregedoria-Geral da Justiça e Polícia Civil divulgam QR Codes para denunciar golpes

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), em parceria com a Polícia Civil, lançou uma campanha de alerta para prevenir a população contra os mais diversos tipos de golpes praticados por criminosos que se utilizam das redes sociais. A ação busca conscientizar cidadãos sobre a importância de desconfiar de pedidos de depósitos, transferências ou pagamentos feitos por pessoas desconhecidas.

A campanha é ilustrada por um cartaz interativo, distribuído nas unidades judiciais e divulgado em plataformas digitais. Com fundo azul e elementos gráficos em amarelo e branco, o cartaz traz um QR Code interativo, que direciona o usuário para conteúdos explicativos sobre as formas mais comuns de fraude e orientações sobre como proceder em caso de suspeita. O objetivo é tornar a informação acessível e prática, especialmente para o público que utiliza dispositivos móveis.

A publicação traz um QR Code para os principais tipos de golpes, como contestação de PIX, TED e pagamento de boletos; sequestro de perfil de WhatsApp; falso perfil de WhatsApp; hackeamento e/ou falso perfil do Facebook; hackeamento e falso perfil do Instagram.

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Os materiais informativos também orientam que, ao receber qualquer contato suspeito, o cidadão não realize transferências bancárias e procure imediatamente a delegacia mais próxima ou registre ocorrência na Delegacia Virtual.

A Corregedoria reforça que o combate aos golpes depende da conscientização da sociedade. “Informar é a melhor forma de prevenir. Quando a população está bem orientada, a pessoa voltada a práticas criminosas perde espaço para agir”, concluiu o juiz auxiliar João Filho de Almeida Portela.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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