VÁRZEA GRANDE MT
Várzea Grande recebe R$ 1,9 milhão para aquisição de veículos e bicicletas elétricas para Atenção Primária de Saúde
Recursos irão contribuir com a rotina de visitas dos Agentes Comunitários de Saúde, ampliando a produtividade e o conforto desses servidores
A Prefeitura de Várzea Grande foi contemplada com uma emenda parlamentar no valor de R$ 1.941.184,00, para aquisição de 14 veículos e 99 bicicletas elétricas para a Atenção Primária à Saúde. Os meios de transporte serão utilizados pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) durante a rotina de trabalho no Município. O recurso foi destinado pelo deputado federal Coronel Assis (União Brasil).
Para a prefeita Flávia Moretti (PL) esta iniciativa trará mais eficiência e agilidade nos atendimentos dos Agentes Comunitários de Saúde. “Esse benefício também dará maior conforto aos agentes. Agradeço ao deputado Coronel Assis pelo recurso de suma importância para a saúde várzea-grandense”, conta Moretti.
De acordo com o deputado Coronel Assis, a indicação de emenda também atende a uma solicitação dos vereadores Sargento Galibert (PSB) e Enfermeiro Emerson (PP). A proposta já está apta para cadastramento na plataforma INVESTSUS até o dia 5 de novembro. Após essa etapa, caberá ao Município inserir a programação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e no Plano Anual de Saúde para garantir a liberação dos recursos.
“Nosso objetivo é apoiar as ações que aproximam o serviço de saúde da população, valorizando os profissionais que estão na linha de frente do atendimento básico”, destacou Coronel Assis no ofício entregue à prefeita Flávia Moretti.
“Estamos felizes por esta demanda estar sendo atendida, pois foi pedido dos dedicados Agentes de Saúde do nosso Município”, disse os vereadores Enfermeiro Emerson e Sargento Galibert.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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