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Inscrições para a 7ª Corrida do Judiciário terminam nesta quinta-feira (25/09)

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Termina nesta quinta-feira (25 de setembro) o prazo de inscrições para a 7ª edição da Corrida do Judiciário, evento promovido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, em parceria com a Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam).

As inscrições podem ser feitas pelo site da Acrono Esportes https://www.acronoesportes.com.br/eventos, empresa responsável pela organização técnica do evento.

A corrida, que será realizada em Cuiabá, no dia 9 de novembro, e contará com percursos de 2 km (caminhada), 5 km e 10 km de corrida, contemplando diferentes perfis de corredores.

A presidente da Amam, juíza Jaqueline Cherulli, destaca a importância do evento não apenas como uma competição esportiva, mas como uma oportunidade de integração entre o Poder Judiciário e a sociedade.

“É um momento de união entre magistrados, servidores, corredores amadores e a comunidade em geral. Convidamos todos a participarem e aproveitarem esse evento que já se tornou tradição em nosso calendário”, afirmou.

Valores e desconto

Os valores variam conforme o público-alvo: R$ 150,00 para a comunidade em geral, magistrados e servidores do Poder Judiciário, mais uma taxa administrativa de R$ 10,00 cobrada pela plataforma. Pessoas com deficiência (PCDs) também podem participar, conforme as regras estabelecidas no regulamento.

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Atendendo a uma solicitação das equipes de corrida, a organização também disponibilizou um cupom de desconto, válido para assessorias de corrida que inscreverem no mínimo 20 participantes. O código promocional já foi disponibilizado pela empresa organizadora aos líderes e treinadores das equipes.

Caso o limite de vagas não seja atingido, o prazo de inscrições poderá ser prorrogado.

Autor: Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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