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Juizado Ambiental de Rondonópolis mobiliza a população para mutirão de limpeza do Ribeirão Arareau

No próximo dia 20 de setembro, o Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Juizado Volante Ambiental (Juvam) da Comarca de Rondonópolis, realizará a 11ª edição do projeto “O Rio é Nosso”. Trata-se de uma grande mobilização social em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida da população, com a limpeza das margens do Ribeirão Arareau.

Neste ano, além da tradicional coleta de resíduos das margens do ribeirão, serão realizadas ações de recuperação da mata ciliar em três pontos críticos, com o plantio de 650 mudas de espécies nativas da região, em uma área de aproximadamente três hectares. O planejamento abrange um percurso de 7,5 km do ribeirão, entre a Eletronorte e o Cais, dividido em 18 trechos.

“O Rio é Nosso surge como uma ação de mobilização social que visa não somente recolher resíduos, mas também conscientizar a população sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e do meio ambiente. É um convite para que cada cidadão seja protagonista na construção de uma cidade mais limpa, sustentável e resiliente”, afirma a juíza Milene Aparecida Pereira Beltramini, responsável pelo Juvam de Rondonópolis.

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O Ribeirão Arareau, afluente do Rio Vermelho, já foi considerado um patrimônio natural da cidade. Hoje, porém, enfrenta sérios problemas de assoreamento, descarte irregular de lixo e despejo de resíduos sólidos em sua Área de Preservação Permanente (APP). Por isso, a ação deste ano também terá foco no reflorestamento de áreas estratégicas, como o Cais, a região central (Rua H) e o entorno do Linhão da Eletronorte, em parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), que realizou estudos técnicos para a definição das espécies e dos pontos de plantio.

A edição de 2025 já conta com 44 instituições parceiras, incluindo órgãos públicos, instituições de ensino, Ministério Público, empresas privadas e voluntários da comunidade. A programação também prevê arrecadação solidária de ração para animais em situação de vulnerabilidade e um Pit Stop Educacional com doação de mudas. Em parceria com a empresa Ambipar, também será realizada a coleta de resíduos tóxicos, como pilhas, baterias e lâmpadas, que receberão a destinação ambientalmente adequada.

A iniciativa integra a agenda do Dia Mundial da Limpeza e está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 6 (Água Potável e Saneamento), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação contra a Mudança Global do Clima).

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Toda a comunidade está convidada a participar e a fazer a diferença pela preservação do Ribeirão Arareau e pelo futuro sustentável de Rondonópolis.

Autor: Assessoria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Projeto Hannah é destaque em encontro sobre IA promovido pelo CNJ

Cinco homens participam de um painel no evento IAJus 2026, no CNJ. Sentados em poltronas beges diante de uma tela de projeção, eles discutem Inteligência Artificial no Judiciário.O Projeto Hannah, desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, foi um dos destaques apresentados no IAJus 2026 – Encontro de Integração em Inteligência Artificial do Judiciário. O evento foi realizado na sexta-feira (24) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Durante o intercâmbio, representantes de tribunais e conselhos de todo o país puderam trocar experiências sobre soluções tecnológicas utilizadas no sistema de justiça brasileiro. O encontro proporcionou debates sobre o desenvolvimento, implementação, sustentabilidade e governança da inteligência artificial.
O engenheiro de IA da Vice-presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Daniel Dock, colaborou na apresentação do sistema e pontuou que a ferramenta é voltada ao apoio técnico no juízo de admissibilidade de recursos especiais.
O projeto Hannah é um sistema de inteligência artificial utilizado pela Vice-presidência do TJMT, que lê e aplica o Mapa de Admissibilidade, formado por 14 critérios. A partir disso, cria uma árvore de sequência para analisar se o recurso atende aos critérios formais necessários.
“Esse sistema foi integralmente desenvolvido pelo TJMT e representa um significativo avanço institucional no exame de admissibilidade desses recursos, especialmente por observar regras, fluxos e parâmetros de governança locais”, enfatizou o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Gerardo Humberto Alves da Silva.
Além do IAJus 2026, o sistema Hannah também já ganhou destaque nacional em outras oportunidades. Em 2025, a iniciativa foi apresentada em encontro promovido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, a ferramenta do TJMT está sob análise do CNJ para nacionalização e expansão para outros tribunais.
O IAJus 2026 foi promovido via Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário (CNIAJ). O evento reuniu magistrados e magistradas, servidores e servidoras, equipes técnicas dos tribunais e conselhos do Poder Judiciário, áreas de tecnologia da informação, governança, inovação e gestão.
“Apresentar o Projeto Hannah em um evento de abrangência nacional evidencia o reconhecimento de sua relevância para o aprimoramento da eficiência, da racionalidade decisória e da inovação tecnológica no sistema de justiça”, completou Gerardo.
Juízo de admissibilidade
O juízo de admissibilidade é uma etapa essencial no processo judicial (seja em ações ou recursos) em que o juiz ou tribunal verifica se todos os requisitos formais e legais foram cumpridos para que o caso (o mérito) possa ser analisado e julgado, funcionando como um filtro para garantir eficiência e evitar que processos sem fundamento avancem.
Foto: Ana Aracajú/CNJ

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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