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Justiça Segura: Poder Judiciário de Mato Grosso alerta para golpe do falso boleto

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O Poder Judiciário de Mato Grosso dá continuidade à campanha Justiça Segura – Não Caia no Golpe!, lançada para orientar a população sobre práticas criminosas que vêm sendo aplicadas em nome do Tribunal de Justiça e de comarcas do Estado. O alerta da vez é sobre o golpe do falso boleto, uma das fraudes mais comuns no ambiente digital.

Como funciona o golpe

O crime acontece quando golpistas enviam boletos aparentemente legítimos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens, muitas vezes contendo dados verdadeiros da vítima, como nome e CPF, e até o nome de uma empresa ou instituição conhecida.

A aparência é de uma cobrança real, mas o código de barras é adulterado. Ao efetuar o pagamento, o valor não é destinado ao credor legítimo, mas sim à conta de um criminoso.

Alerta à população

Além de utilizar nomes de empresas, os golpistas também têm usado a identidade do Poder Judiciário e de comarcas do Estado para dar mais credibilidade à fraude e enganar a população.

Essas práticas criminosas exigem que todos estejam atentos e desconfiem sempre de cobranças recebidas por canais informais.

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Para evitar cair nesse golpe:

– Verifique sempre o emissor da cobrança e desconfie de mensagens recebidas por WhatsApp ou SMS;

– Confira os dados do beneficiário no boleto antes de efetuar o pagamento;

– Prefira acessar o boleto diretamente no site oficial da instituição ou empresa;

Em caso de dúvida, entre em contato pelos canais oficiais do Judiciário ou da entidade credora.

A campanha Justiça Segura – Não Caia no Golpe! é uma iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso para conscientizar e orientar a população sobre diferentes tipos de fraudes.

Confira mais sobre o assunto:

Fórum de Sinop alerta população sobre golpes em falsas campanhas de doação

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TJMT alerta sobre golpe que usa nomes de autoridades para enganar famílias de custodiados

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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