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TCE-MT promove encontro de gestores municipais para a implementação da Reforma Tributária
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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realiza, nos dias 29 e 30 de setembro, o I Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Ações Imediatas para Adequação à Nova Legislação. Promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), o encontro reunirá os gestores para reforçar as providências de responsabilidade dos municípios com prazos imediatos.
O evento, destinado a Prefeitos, Secretários Municipais responsáveis pela arrecadação tributária, e demais integrantes das administrações tributárias municipais, será realizado no auditório da Escola Superior de Contas.
A programação contribuirá para a compreensão efetiva das novas obrigações municipais previstas na Emenda Constitucional nº 132/2023, na Lei Complementar nº 214/2025 e no Projeto de Lei Complementar nº 108/2024.
“A COPSFID atua para apoiar tecnicamente os municípios de Mato Grosso no processo de implementação da reforma tributária. O evento tem como propósito orientar os gestores e as administrações tributárias municipais quanto ao novo modelo de tributação sobre o consumo, cuja gestão e distribuição de receita afetará diretamente as finanças dos entes subnacionais. É uma tarefa que requer esforço conjunto, de todos órgãos e instituições, para garantir que a arrecadação futura não comprometa o equilíbrio fiscal e a capacidade de investimento dos municípios”, apontou Albano.
As palestras abordarão os aspectos práticos de implementação da reforma contidos na legislação relativos ao cadastro com identificação única, ambiente nacional de emissão da Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e), Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) e Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (SINTER), arrecadação e distribuição do IBS e coeficiente de participação dos municípios.
Entre os palestrantes confirmados estão Ricardo Almeida Ribeiro da Silva, Procurador do Município do Rio de Janeiro e Assessor Jurídico da Associação Brasileira das Secretarias das Finanças das Capitais (ABRASF); Alberto Jorge Borges Mendes, sócio-diretor da Aequus Consultoria e ex-Secretário da Fazenda de Vitória (ES); e Henrique Valentim Marins da Silva, Secretário Municipal da Fazenda do Município da Serra (ES).
Na ocasião, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) apresentará orientações técnicas aos gestores e a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) atualizará sobre o estágio de implementação da Reforma em Mato Grosso. A iniciativa conta ainda com parceria da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561
Fonte: TCE MT – MT
TCE MT
Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE
Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.
A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.
Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.
Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.
A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.
Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.
Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.
Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.
Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.
Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.
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