POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho critica projeto que altera Lei da Ficha Limpa

Em pronunciamento nesta terça-feira (26), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) criticou o projeto de lei complementar que altera a forma de contagem do prazo de inelegibilidade. O PLP 192/2023 antecipa o início da contagem para a condenação ou renúncia e unifica o período em oito anos, com limite de 12 anos em caso de múltiplas condenações. O texto deve ser votado no Plenário do Senado nesta quarta-feira (27). Segundo o parlamentar, a proposta já aprovada na Câmara enfraquece a Lei da Ficha Limpa e pode beneficiar políticos condenados por corrupção.

Cleitinho afirmou que, embora haja casos considerados injustos, a flexibilização da legislação acaba favorecendo quem já cometeu crimes contra a administração pública.

— Como tem uns aqui que eu já conheço e que vão voltar para a cena do crime, que vão voltar a fazer o que faziam, eu já estou me posicionando contrariamente — declarou.

Cleitinho também abordou o processo de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e sugeriu uma mudança no modelo atual de indicação por meio de proposta de emenda à Constituição (PEC). Ele defendeu que os nomes para o STF sejam oriundos de uma lista tríplice formada por Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Ministério Público Federal, e não indicados exclusivamente pelo presidente da República.

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— Eu, nunca na minha vida, teria coragem de indicar um advogado pessoal meu. Jamais na minha vida, porque, para mim, o princípio da administração pública se chama transparência — disse, em referência à indicação pelo presidente Lula ao STF do seu ex-advogado, o ministro Cristiano Zanin. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Deputados analisam em 2º turno a PEC que garante recursos mínimos para assistência social; acompanhe

A Câmara dos Deputados analisa agora, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, que vincula 1% da receita corrente líquida da União, de estados, do Distrito Federal e de municípios ao Sistema Único de Assistência Social (Suas).

De acordo com o texto do relator, deputado André Figueiredo (PDT-CE), a União contará com uma transição e, somente a partir do quarto ano seguinte ao de publicação da futura emenda constitucional, será obrigada a direcionar, de forma descentralizada, 1% da receita corrente líquida do respectivo exercício financeiro a estados e municípios por meio do Suas.

Antes da votação, o relator afirmou que emendas de redação farão ajustes no texto após acordo com o governo e outros parlamentares.

A PEC 383/17 tem como primeiro signatário o ex-deputado Danilo Cabral (PE) e coloca na Constituição o conceito de Sistema Único da Assistência Social. Atualmente, a previsão de funcionamento do Suas consta apenas em lei.

Mais informações em instantes

Assista ao vivo

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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Fonte: Câmara dos Deputados

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