NACIONAL

Cadernos didáticos apoiarão na recomposição da aprendizagem

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou uma coleção de cadernos pedagógicos para a recomposição das aprendizagens. Os materiais são voltados a apoiar professores e estudantes dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) na superação das defasagens de aprendizagem. Ao todo, são mais de 60 cadernos organizados por área de conhecimento, ano escolar e eixo temático, com foco nas habilidades essenciais de língua portuguesa e de matemática.   

As publicações estão disponíveis gratuitamente na página oficial do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens e na Plataforma MEC RED (Recursos Educacionais Digitais). A iniciativa busca oferecer recursos concretos para o planejamento docente, o engajamento dos estudantes e a garantia do direito de aprender com equidade.  

Os materiais foram elaborados pelo MEC em parceria com uma equipe multidisciplinar da Universidade Federal do Ceará (UFC). Os cadernos dialogam com o cotidiano dos estudantes e respeitam a diversidade dos territórios escolares. A organização pedagógica está alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e aos Mapas de Progresso, articulando desenvolvimento de competências, mediações pedagógicas e situações de aprendizagem contextualizadas.  

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Para os educadores, os cadernos trazem sugestões didáticas e orientações práticas para o uso em sala de aula. Para os estudantes, os conteúdos são apresentados em linguagem acessível, com atividades interativas e sequências organizadas por níveis de aprendizagem.  

Em língua portuguesa, os cadernos abordam convivência, direitos humanos, ética e redes sociais, sendo agrupados em quatro séries temáticas: Caridade e Cidadania (6º e 7º anos) e Respeito e Saúde (8º e 9º anos). Na parte de matemática, são divididos em dois eixos, com foco em números, álgebra, geometria, grandezas e medidas, sempre com ênfase no raciocínio lógico, na resolução de problemas e na argumentação matemática.  

Com a iniciativa, o MEC fortalece o compromisso com a promoção da equidade e da qualidade na educação pública, oferecendo instrumentos práticos para apoiar o planejamento pedagógico nas redes estaduais e municipais de ensino. O uso dos cadernos também contribui para o alinhamento entre os processos formativos, os instrumentos avaliativos e o acompanhamento das aprendizagens em escala nacional.  

Recomposição – O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma política pública instituída pelo Decreto nº 12.391/2025, que articula esforços entre União, estados, Distrito Federal e municípios para enfrentar as defasagens de aprendizagens dos estudantes da educação básica. A iniciativa tem como prioridade o atendimento a estudantes com maiores defasagens de aprendizagem, assegurando o seu direito à aprendizagem com equidade.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MEC debate diretrizes e avaliação do PET

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), iniciou, na segunda-feira, 27 de abril, uma série de debates técnicos voltados ao aprimoramento do Programa de Educação Tutorial (PET). As atividades ocorreram no edifício-sede da pasta, em Brasília, e se estenderão até o dia 29 de abril.  

A mesa de abertura contou com a participação do secretário de Educação Superior, Marcus David; do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho; e do coordenador-geral de Políticas Estudantis, Artur Araújo. Durante o encontro, foi ressaltada a função do PET como política pública estruturante para a educação superior brasileira e a importância de fortalecer seus mecanismos de acompanhamento.  

“O PET se consolida como uma política indispensável para a educação superior do país. Ao promover a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o programa contribui ativamente para a formação crítica dos estudantes de graduação”, destacou o secretário Marcus David, em alinhamento aos propósitos centrais do programa.  

Foco no aprimoramento e qualidade – O debate central do encontro gira em torno do fortalecimento institucional do programa, que teve sua Comissão de Avaliação reestruturada pela Portaria nº 21, de 23 de maio de 2024. A comissão atua como instância consultiva e avaliativa vinculada à Sesu, sendo essencial para analisar processos, emitir pareceres e subsidiar a tomada de decisão de forma transparente e equitativa.  

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Durante as reuniões, os membros da comissão discutem temas essenciais para o ciclo avaliativo, como a análise do planejamento e dos relatórios dos Comitês Locais de Acompanhamento e Avaliação (CLAA) e a avaliação do desempenho geral do programa. O colegiado também exerce o papel de propor melhorias, recomendar a manutenção, a ampliação ou a extinção de grupos PET e assessorar o MEC na formulação de políticas, critérios e diretrizes estratégicas.  

Representatividade e grupos de trabalho – A composição da Comissão de Avaliação reflete a pluralidade e a diversidade regional e temática do país, reunindo representantes de diversas áreas do conhecimento, abrangendo ciências agrárias, biológicas, da saúde, exatas e da terra, humanas, sociais aplicadas, engenharias, letras e artes e interdisciplinar. Além disso, o trabalho conta com a participação técnica da Sesu e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).  

A dinâmica das atividades programadas para os três dias inclui a divisão em subgrupos de trabalho (GTs) e plenárias do colegiado para o exame técnico de processos e a discussão de demandas pontuadas pela Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (Cenapet). O objetivo final das deliberações é ampliar a capacidade de impacto do PET, promovendo uma educação superior alinhada às realidades do Brasil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

Fonte: Ministério da Educação

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