NACIONAL

Brasil é reconduzido à presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo

Durante a 70ª Reunião da Comissão Regional da ONU Turismo para as Américas (CAM), realizada nesta sexta-feira (1º/8), em Lima, no Peru, o Brasil foi oficialmente reconduzido à presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo, representando a região das Américas no biênio 2026-2027. A recondução do Brasil se deu por aclamação fruto de um acordo unânime entre os membros e representa um novo capítulo na liderança do país no cenário global do turismo, reforçando os compromissos assumidos pelo governo brasileiro com o desenvolvimento sustentável, a integração regional e o fortalecimento de políticas públicas inovadoras.

A delegação brasileira foi liderada pela secretária-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes, que representou o ministro Celso Sabino na cerimônia. Em seu discurso, Ana Carla destacou a importância da atuação do Brasil em espaços multilaterais e reafirmou o compromisso com os princípios da ONU Turismo.

“É com imensa honra e profundo senso de responsabilidade que agradeço, em nome do Ministro do Turismo, Celso Sabino, a recondução do Brasil à presidência do Conselho Executivo. O turismo é uma das forças mais dinâmicas e transformadoras do desenvolvimento global. Cabe a nós zelar para que esse crescimento seja sustentável, inclusivo e resiliente, gerando oportunidades reais para nossas populações.”

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Ana Carla também ressaltou os avanços recentes da organização, como a abertura do Escritório Regional da ONU Turismo no Rio de Janeiro – o primeiro da América Latina – e a promoção do intercâmbio inter-regional por meio de fóruns como o encontro África-Américas. 

“O Brasil reafirma seu compromisso com os valores do multilateralismo, da solidariedade regional e da construção de soluções conjuntas para os desafios globais do turismo. Essa recondução é também um reconhecimento do esforço institucional do país, liderado pela Presidência da República, para transformar o turismo em uma política de Estado”, completou Ana Carla.

A nova composição do Conselho Executivo para os ciclos seguintes foi definida da seguinte forma:
• 2026-2027: Argentina, Brasil e Peru
• 2028-2029: Paraguai, Bahamas e República Dominicana

REUNIÃO – A programação da 70ª CAM incluiu a análise dos principais desafios da agenda turística nas Américas, a apresentação da nova Lei Geral do Turismo do Peru, o seminário “Inteligência Artificial e Turismo nas Américas”, com participação de representantes de 26 países, organismos internacionais, academia e setor privado.

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Durante a reunião, ficou acordado também que o Dia Mundial do Turismo em 2026 será em El Salvador e que o Paraguai será sede da 71ª CAM (Comissão Regional das Américas) no próximo ano.

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

CNE institui diretrizes para graduação em enfermagem

O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou, nesta terça-feira, 19 de maio, a Resolução CNE/CES nº 1/2026, que institui as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em enfermagem bacharelado e licenciatura. 

A norma redefine princípios, competências e organização da formação na área, com foco na qualificação do ensino, na integração com o Sistema Único de Saúde (SUS) e no fortalecimento da formação humanista, ética, crítica e interprofissional. As novas diretrizes também ampliam a presença dos estudantes em cenários reais de prática desde o início da graduação e reforçam a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. 

A publicação dessa resolução ocorre após 14 anos de debates entre as diversas associações de ensino e conselhos de classe da enfermagem. Dentro do CNE, o texto foi desenvolvido por uma comissão presidida pela conselheira Ludhmila Hajjar e relatada pela conselheira Beth Guedes. 

“As novas DCN’s de enfermagem são resultado de uma construção coletiva madura, conduzida em diálogo permanente com entidades científicas, profissionais, acadêmicas e representativas da área da saúde. Mais do que um texto normativo, elas expressam um processo contínuo de escuta, atualização e pactuação institucional em favor de uma formação conectada às transformações da sociedade, do SUS e do mundo do trabalho”, afirma Guedes. 

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Entre as principais mudanças está a definição de carga horária mínima de 4 mil horas para o bacharelado em enfermagem, exclusivamente no formato presencial, com tempo mínimo de integralização de cinco anos. O texto estabelece que as atividades teórico-práticas realizadas em serviços de saúde deverão corresponder a, no mínimo, 20% da carga horária total do curso. Já o estágio curricular supervisionado obrigatório deverá representar pelo menos 30% da carga horária total, sendo metade realizada na atenção primária à saúde e a outra metade na atenção hospitalar ou em serviços de média complexidade. 

Segundo a resolução, a formação deverá estar alinhada às necessidades sociais e sanitárias do país e aos princípios do SUS, contemplando promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento, reabilitação e cuidado integral das pessoas e comunidades. 

As novas diretrizes reforçam, ainda, conteúdos relacionados à diversidade, direitos humanos, relações étnico-raciais, gênero, sustentabilidade, educação ambiental, segurança do paciente e inclusão social, além da oferta de Libras no ensino, pesquisa e extensão. Também preveem o fortalecimento de metodologias ativas de aprendizagem e da integração ensino-serviço-comunidade, além da valorização da pesquisa científica e da educação permanente em saúde. 

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Na modalidade licenciatura, as diretrizes estabelecem formação voltada prioritariamente à atuação na educação profissional técnica de nível médio (EPTNM), especialmente na formação de técnicos e auxiliares de enfermagem. Outro ponto é a obrigatoriedade de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), além da manutenção do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e da criação de programas de formação e desenvolvimento da docência em saúde nas instituições de ensino superior. 

Os cursos de graduação em enfermagem em funcionamento terão até 30 de junho de 2028, para adequar seus projetos pedagógicos e matrizes curriculares às novas diretrizes. Com a publicação da nova resolução, fica revogada a Resolução CNE/CES nº 3/2001, que orientava anteriormente os cursos de enfermagem no país. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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