POLÍTICA NACIONAL

Plínio Valério reitera que é contra a legalização dos jogos de azar

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (8), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) reiterou que é contra o projeto de lei que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos e legaliza o jogo do bicho (PL 2.234/2022).

Ele argumenta que a medida traria poucos benefícios ao país e ao Amazonas, seu estado, pois não atende às reais necessidades da população local.

Plínio afirmou que, conforme as regras previstas no projeto, o Amazonas teria direito a até 13 casas de bingo, dois cassinos terrestres e três cassinos fluviais nos rios Amazonas, Madeira e Negro.

No entanto, segundo ele, a prioridade deveria ser a preservação da Zona Franca de Manaus e o fim das restrições ambientais que, em sua avaliação, limitam o desenvolvimento econômico do estado.

— O Amazonas não precisa do jogo de azar. O Amazonas precisa, sim, que nos deixem em paz com a Zona Franca e que encerremos os cadeados ambientais que nos aprisionam e nos condenam à pobreza — declarou ele.

A previsão inicial era que o projeto fosse votado nesta terça-feira, mas a matéria acabou sendo retirada da pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Ele afirmou que tomou a decisão devido à divisão de opiniões entre os senadores, aos pedidos de adiamento feitos por líderes partidários e ao quórum insuficiente no Plenário.

Leia Também:  Comércio exterior é tema de debate no Centro de Estudos da Câmara dos Deputados

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Projeto estabelece tempo máximo de espera em atendimentos de saúde para crianças e adolescentes

O Projeto de Lei 192/26, da deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), estabelece tempo máximo de espera para crianças e adolescentes em atendimentos de saúde. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. 

A espera deve ter os seguintes limites:

  • 6 horas em casos de urgência ou emergência;
  • 24 horas em casos de atendimento ambulatorial;
  • 48 horas para cirurgias e procedimentos emergenciais;
  • 15 dias para exames; e
  • 30 dias para cirurgias eletivas.

Esses prazos aplicam-se a pacientes com até 18 anos de idade.

O Ministério da Saúde poderá estabelecer prazos diferentes conforme a especialidade médica, desde que não ultrapassem o estabelecido no texto.

Caberá ao Sistema Único de Saúde (SUS) garantir a transparência das filas de espera dos atendimentos de crianças e adolescentes com a divulgação periódica de dados e informação clara às famílias sobre o tempo estimado de atendimento. 

Justificativa
De acordo com a autora, a Constituição Federal assegura o direito prioritário à saúde para crianças e adolescentes, em desacordo com as longas filas para consultas, exames e procedimentos médicos.

“A infância e a adolescência correspondem a fases decisivas do desenvolvimento humano. A demora no diagnóstico ou no tratamento pode gerar consequências irreversíveis, comprometendo o crescimento, o aprendizado e a qualidade de vida futura”, afirma a deputada.

Leia Também:  Estatais dizem que patrocínio ao esporte é estratégico e tem respaldo na lei

Próximos passos
O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara.

Reportagem – Raquel Keoui
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA