NACIONAL

Rio de Janeiro e São Paulo se consolidam como hubs no crescimento do turismo internacional

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O turismo internacional brasileiro mantém trajetória ascendente em 2025, com a Região Sudeste despontando como um dos principais motores desse crescimento. No período entre janeiro e maio deste ano, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais registraram incrementos expressivos na chegada de visitantes estrangeiros, consolidando o desempenho robusto do setor em âmbito nacional. As informações fazem parte de levantamento abrangente conduzido pelo Ministério do Turismo, desenvolvido em colaboração estratégica com a Embratur e a Polícia Federal, cujos resultados foram apresentados nesta semana.

O desempenho do turismo brasileiro superior às expectativas iniciais reflete ações coordenadas e integradas do governo federal, entre as quais o aumento de investimentos direcionados à conectividade aérea e dos roteiros turísticos do Brasil. “Temos mantido um trabalho consistente de promover os roteiros turísticos no Brasil ao mesmo tempo que aumentamos os investimentos para melhoria da infraestrutura para os visitantes. Tudo isso, aliado ao diálogo aberto com o trade contribuem para que o Brasil desponte internacionalmente como um destino atrativo e seguro”, enfatizou o ministro do Turismo, Celso Sabino.

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O estado do Rio de Janeiro acolheu 1.032.677 turistas internacionais durante os cinco primeiros meses de 2025, registrando crescimento robusto de 29,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 797.659 visitantes estrangeiros. Este resultado evidencia a consolidação da capital fluminense e demais destinos do estado como pontos de referência no cenário turístico internacional.

São Paulo, reconhecido como a principal porta de entrada do país, manteve sua posição de liderança em volume absoluto de chegadas, recebendo 1.199.723 turistas estrangeiros nos primeiros cinco meses do ano. Este número representa crescimento significativo de 37,8% em relação aos 870.944 visitantes registrados no mesmo período de 2024, reforçando a importância estratégica do estado paulista como porta de entrada e hub de conectividade internacional.

Minas Gerais também contribuiu positivamente para este cenário de expansão, registrando a chegada de 19.790 turistas estrangeiros entre janeiro e maio de 2025. Embora em números absolutos menores, o crescimento de 5,9% em relação aos 18.686 visitantes do período equivalente em 2024 demonstra o potencial crescente dos destinos mineiros no mercado internacional.

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NÚMEROS NACIONAIS –  Em perspectiva nacional, o Brasil acolheu 4.887.229 turistas internacionais no acumulado dos cinco primeiros meses de 2025, alcançando impressionantes 70% da meta anual de 6,9 milhões de visitantes estabelecida no Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024–2027.

As projeções indicam manutenção do ritmo acelerado de crescimento para os próximos meses, com expectativas ainda mais otimistas impulsionadas pela proximidade de eventos internacionais de grande magnitude. Entre os destaques estão a COP30, que ocorre em novembro próximo, em Belém (PA), e contribui para amplificar significativamente a visibilidade global do Brasil como destino turístico multifacetado, ambientalmente responsável e altamente competitivo no cenário internacional.

Por Júlia de Aguiar
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Ideb: Alagoas inicia análise de resultados nas redes

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O Ministério da Educação (MEC) iniciou o Brasil Aprende+, estratégia nacional criada para apoiar os estados, os municípios e o Distrito Federal na transformação dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 em ações de melhoria da aprendizagem. A iniciativa orienta as redes a analisar os dados, identificar desafios, definir prioridades e elaborar planos de ação de acordo com a realidade de cada território. 

A mobilização será desenvolvida em oito etapas, que vão da análise dos resultados ao acompanhamento das ações realizadas pelas escolas. O encontro realizado na terça-feira (25) reuniu o MEC, a Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc/AL), a presidência estadual da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além de secretários e representantes técnicos dos municípios alagoanos. O objetivo foi apresentar a estratégia nacional e os materiais que serão disponibilizados, bem como aprofundar a discussão sobre os indicadores de aprendizagem, com foco no ensino fundamental. 

Durante a reunião, a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Infantil, Fundamental e Políticas Educacionais da Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc), Fabiana Dias, destacou a evolução dos resultados educacionais do estado e reforçou o compromisso da secretaria em ampliar os avanços na aprendizagem dos estudantes. Ela também colocou a Seduc à disposição para colaborar com as redes representadas e ressaltou a importância da iniciativa apresentada. 

Representando a Undime, Neilton Nunes destacou a importância da mobilização dos municípios para a melhoria da aprendizagem e avaliou que os resultados do Ideb refletem o trabalho realizado pelas redes, que passaram a analisar seus dados e identificar caminhos para avançar. Ele ressaltou ainda o esforço conjunto de dirigentes municipais, professores, equipes pedagógicas, gestores escolares e estudantes na construção dos resultados alcançados por Alagoas. 

A estratégia será apresentada em 27 encontros técnicos estaduais, envolvendo os 26 estados e o Distrito Federal. Ao longo do processo, as redes terão acesso a ferramentas, painéis de dados e materiais para apoiar gestores, coordenadores pedagógicos e professores na implementação e no acompanhamento das ações. 

Alagoas – De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Ideb do ensino fundamental de Alagoas passou de 6 para 6,4 nos anos iniciais e de 5 para 5,3 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 4,1 para 4,3. Na rede pública do estado, o resultado passou de 5,7 para 6,3 nos anos iniciais; de 4,8 para 5,1 nos anos finais; e de 4 para 4,2 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.    

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Os dados serão utilizados como ponto de partida para o trabalho do Brasil Aprende+ no estado. A partir da análise dos resultados, as redes serão apoiadas na identificação dos principais desafios de aprendizagem e na construção ou revisão de seus planos de ação. Os documentos deverão definir prioridades, estratégias e resultados esperados com base nas evidências de cada território. 

Para os municípios prioritários, o MEC disponibilizará ainda uma área específica no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), destinada ao detalhamento das ações relacionadas à recomposição das aprendizagens. 

Ideb Nacional – Entre 2023 e 2025, o Ideb nacional também avançou nas três etapas avaliadas, considerando as redes públicas e privadas. Em uma escala de 0 a 10, o índice passou de 6,0 para 6,3 nos anos iniciais do ensino fundamental, de 5,0 para 5,3 nos anos finais e de 4,3 para 4,5 no ensino médio. 

Considerando apenas a rede pública, o Ideb passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais, de 4,7 para 5,0 nos anos finais e de 4,1 para 4,3 no ensino médio. Com esses resultados, o país alcançou, nas três etapas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005. 

Os resultados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025 foram divulgados em 5 de agosto pelo MEC, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Brasil Aprende+ – Entre os instrumentos previstos pelo Brasil Aprende+ está uma caixa de ferramentas, com painéis interativos, relatórios personalizados por rede de ensino, materiais orientadores, guias e ferramentas para gestores escolares, coordenadores pedagógicos e professores. 

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Ainda em agosto, o painel de priorização vai disponibilizar dados de todas as escolas do país. A ferramenta permitirá comparar os resultados de 2025 e a trajetória das unidades entre 2023 e 2025, ajudando a identificar escolas com resultados baixos, queda ou estagnação no desempenho. 

Na segunda semana de setembro, será realizado o Dia D, mobilização nacional para apropriação dos resultados nas escolas. Cada rede poderá escolher a data, entre 8 e 11 de setembro, para reunir gestores, coordenadores pedagógicos e professores, analisar o desempenho dos estudantes, identificar lacunas de aprendizagem e definir prioridades. 

Depois do Dia D, cada escola será estimulada a elaborar seu próprio plano de ação, conectado à realidade da unidade e integrado ao planejamento da rede. O trabalho será acompanhado ao longo do ano, com apoio do MEC na análise das evidências e no direcionamento de formação, apoio técnico e financeiro e outras políticas e programas, conforme os desafios identificados. 

O Brasil Aprende+ integra o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, política construída em colaboração com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a Undime para apoiar os entes federativos na recomposição das aprendizagens de estudantes da educação básica. A iniciativa busca contribuir para a redução das desigualdades e o fortalecimento da equidade na educação. 

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.   

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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