ECONOMIA
Suframa é a primeira em ‘Governança e Gestão’ entre as instituições públicas federais
Em cerimônia realizada na manhã desta terça-feira (3), no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) recebeu o certificado de mérito pela 1ª colocação na aplicação do Instrumento de Melhoria da Governança e Gestão – IMGG 100 PONTOS, do Modelo de Governança e Gestão Pública na categoria “Administração Pública Federal”. A premiação foi entregue ao superintendente Bosco Saraiva, que esteve acompanhado de superintendentes-adjuntos e equipe técnica, durante o evento intitulado “3º Reconhecimento Nacional da Excelência na Governança e na Gestão Pública”.
A certificação – que abriu o 10° Fórum Nacional de Transferências e Parcerias da União – é uma ação estratégica promovida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Gestão e Inovação Seges, que busca reconhecer o esforço dos órgãos e entidades federais, distritais, estaduais, dos municípios e consórcios públicos certificados que se destacaram na aplicação do Instrumento de Maturidade de Governança e Gestão – IMGG 100 pontos encaminhadas até 31 de dezembro de 2024. As informações foram validadas por meio de trabalho voluntário, realizado no período de 1º de abril de 2024 a 31 de março de 2025, e gerando uma inter-relação de estímulos que visam ao fortalecimento e ao aprimoramento do Modelo de Governança e Gestão Pública – Gestaopublicagov.br
De acordo com Bosco Saraiva, o “reconhecimento” reafirma não somente o protagonismo da Suframa entre as instituições públicas federais que investem em práticas modernas de governança e contribuem ativamente para o fortalecimento da administração pública no Brasil, mas também é fruto de um trabalho de excelência feito pelo corpo técnico da Autarquia.
“É um dia de alegria para os servidores de uma forma geral, porque nós buscamos em 2023 e 2024, exatamente o avanço e a modernização da gestão da Suframa, a proximidade com a população e com os órgãos de controle, o aumento do controle, o aumento da transparência das ações da Suframa de uma forma geral. Então, o reconhecimento por parte do MGI é uma alegria para todos nós, que vamos continuar percebendo, cada vez mais, o avanço no modo moderno de governar, de fazer gestão, de uma repartição do tamanho da Suframa, que diz respeito a Amazonas, Rondônia, Roraima e Amapá, para que a gente possa cada vez mais gerar emprego e garantir a renda de todos aqueles programas que são alcançados pelo governo federal”, destacou o superintendente.
Saraiva esteve acompanhado dos superintendentes-adjuntos Frederico Aguiar (Executivo), Leopoldo Montenegro (Projetos), Waldenir Vieira (Desenvolvimento e Inovação Tecnológica), Carlito Sobrinho (Administração), além da procuradora-geral, Diana Azin, do auditor-chefe, Damon Castro, e do coordenador-geral de Representação Institucional, Marlênio José Oliveira.
Início em 2020
A jornada de estruturação da governança e gestão da Suframa começou em setembro de 2020, como parte de um movimento espontâneo para modernização e adesão às melhores práticas orientadas no governo federal, encabeçado pela então Coordenação de Planejamento e Programação Orçamentária (Copla), hoje denominada de Coordenação de Planejamento, Governança e Gestão da Superintendência-Adjunta Executiva (SAE). Na ocasião, a Autarquia também lançou as bases para o “Plano Estratégico Institucional”, cuja conclusão só ocorreu em 2022, com revisão em 2023, por conta das dificuldades provocadas pela pandemia de Covid-19.
“Ainda em 2020, tivemos como reforço a adesão ao Programa de Gestão Estratégica e Transformação do Estado, o Transformagov, que deu um apoio importante neste processo de melhoria institucional, tendo seu primeiro marco celebrado em novembro do mesmo ano, com a publicação da primeira Política de Governança da SUFRAMA, substituída pela Portaria Suframa nº 684/2023, vigente”, explicou o superintendente-adjunto Executivo, Luiz Frederico Aguiar.

Adesão
A adesão imediata da Suframa ao Modelo de Governança e Gestão Pública (gestaopublica.gov.br) foi efetivada em 15 de dezembro de 2023, durante a 13ª reunião extraordinária do Comitê Estratégico de Governança (CEG), após análise técnica e sugestão da SAE.
Em março de 2024, a Autarquia celebrou o “Termo de Adesão” ao Modelo de Governança e Gestão Pública – Gestaopublicagov.br, o qual motivou a publicação da Ordem de Serviço 7, iniciando um trabalho amplo de aplicação de questionário, encabeçado pela SAE, por meio da Copla, de reflexão sobre as práticas sugeridas pelo modelo e aquilo que a Suframa ao longo destes anos vem aperfeiçoando em relação a governança e gestão. O relatório final foi apresentado ao CEG e aprovado, durante a 15ª Reunião Extraordinária do comitê, em setembro do mesmo ano.
“Como frutos deste árduo empenho e trabalho, tivemos as oportunidades de melhoria institucional as quais são operacionalizadas hoje na Suframa, além da qualificação Bronze 3 concedida pelo MGI, conquista que tornou a Suframa como pioneira nas regiões Norte e Nordeste a adotar o Modelo de Governança e Gestão Pública, como referencial para a modernização de seus processos, neste nível de maturidade de Governança e Gestão”, salientou Luiz Frederico.

“Quando a gente está falando de governança, qual é o principal desafio da Suframa nesse processo? Continuar incentivando empresas à criação de negócios para que a gente possa gerar mais emprego e renda para o nosso povo”, ponderou o superintendente Bosco Saraiva.
Reunião no MDIC
A agenda da Suframa em Brasília também contempla uma reunião à tarde, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com o vice-presidente e titular da pasta, Geraldo Alckmin. Em pauta, o balanço dos dois anos da atual gestão.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
ECONOMIA
Corrente de comércio brasileira alcança US$ 56 bi no mês de maio
No mês de maio de 2026 as exportações somaram US$ 32 bilhões e as importações, US$ 24,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 56 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 149 bilhões e as importações, US$ 116 bilhões, com saldo positivo de US$ 33 bilhões e corrente de comércio de US$ 264 bilhões.
Esses e outros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (3/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
>> Balança Comercial Mensal – Dados Consolidados – Maio/2026
Assim, no mês de maio/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 56 bilhões e o saldo foi de US$ 7,82 bilhões. Comparando-se este período com o de maio/2025, houve crescimento de 6,1% na corrente de comércio.
Nas exportações, comparado o valor de janeiro/maio 2026 (US$ 148,57 bilhões) com o de janeiro/maio – 2025 (US$ 136,68 bilhões) houve crescimento de 8,7%. Em relação às importações, houve crescimento de 3,2% entre o valor do período de janeiro/maio – 2026 (US$ 115,91 bilhões) com janeiro/maio – 2025 (US$ 112,35 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 264,48 bilhões e apresentou crescimento de 6,2% na comparação entre estes períodos.
Exportações e Importações por Setores
No mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 0,73 bilhão (9,8%) em Agropecuária e de US$ 1,37 bilhão (9,0%) em produtos da Indústria de Transformação. Houve queda de US$ 0,13 bilhão (1,9%) em Indústria Extrativa.
Já comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,34 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,04 bilhão (7,8%) em Agropecuária e de US$ 0,1 bilhão (10,1%) em Indústria Extrativa.
No acumulado de janeiro a maio/2026, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 2,36 bilhões (7,3%) em Agropecuária; de US$ 5,37 bilhões (17,3%) em Indústria Extrativa e de US$ 4,08 bilhões (5,6%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 4,34 bilhões (4,2%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,53 bilhão (19,0%) em Agropecuária e de US$ 0,31 bilhões (6,2%) em Indústria Extrativa.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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