POLÍTICA NACIONAL

Alan Rick defende nova Lei de Licenciamento Ambiental

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (27), o senador Alan Rick (União-AC) comemorou a aprovação do projeto de lei (PL 2.159/2021) que institui a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Segundo o parlamentar, a proposta, que ainda será analisada na Câmara dos Deputados, busca equilibrar a proteção do meio ambiente com a necessidade de desenvolvimento em regiões como a Amazônia. O senador afirmou que a legislação aprovada moderniza as ações dos órgãos ambientais e garante segurança jurídica, sem abrir mão da responsabilidade ambiental.

— Defender um licenciamento moderno, ágil, eficiente e responsável não é ser contra o meio ambiente, é ser a favor da vida, é ser a favor das pessoas, é ser a favor de uma Amazônia que quer e precisa se desenvolver — disse.

O senador destacou que a precariedade no saneamento básico é uma das realidades mais urgentes da Amazônia. Segundo ele, mais da metade da população não tem acesso ao esgotamento sanitário e apenas 13% dos esgotos são tratados. Para o parlamentar, a demora na liberação de licenças ambientais para obras de infraestrutura sanitária agrava a situação, permitindo que rios, igarapés e mananciais sejam contaminados diariamente. Ele defendeu que a nova lei permitirá que a infraestrutura básica chegue à região. Alan Rick ressaltou que é preciso abandonar visões ideológicas e tratar o tema com base na realidade de quem vive na região amazônica.

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— A Amazônia precisa ser olhada com a complexidade que exige. A Amazônia não é um santuário intocável para ser admirado à distância, é uma casa viva onde mora gente, onde mora quem trabalha, quem produz, quem sonha e quem tem direito, sim, direito de viver com qualidade e dignidade — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova pensão especial para dependentes de policiais mortos em serviço

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria uma pensão especial para os dependentes de profissionais da segurança pública mortos em serviço.

A medida abrange familiares de policiais civis, militares, federais, rodoviários federais, penais federais, distritais e estaduais, guardas civis municipais e policiais legislativos federais, distritais e estaduais.

Pela proposta, terão direito à pensão o cônjuge ou companheiro economicamente dependente, os filhos menores de 21 anos ou até 24 anos, se estiverem matriculados em curso superior. Na ausência deles, o benefício poderá ser pago a outros familiares que comprovarem dependência econômica.

O valor da pensão corresponderá a 100% da remuneração integral recebida pelo servidor na data do falecimento. O benefício não poderá ser acumulado com pensão especial da mesma natureza.

Versão aprovada
O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), ao Projeto de Lei 5664/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ).

Atualmente, os dependentes já podem receber pensão prevista no regime previdenciário ao qual o servidor está vinculado (da União, dos estados ou dos municípios).

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O projeto cria um benefício de caráter indenizatório, que poderá ser somado à pensão previdenciária.

“A pensão especial não substitui o benefício previdenciário, mas o complementa, em razão das circunstâncias excepcionais que envolveram a morte do agente de segurança pública”, explicou o relator.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada ainda pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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