NACIONAL
Presidente e ministro participam de lançamento de curso de medicina
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o vice-presidente Geraldo Alckmin; e o ministro da Educação, Camilo Santana, participaram, nesta quinta-feira, 22 de maio, do lançamento dos cursos de graduação em medicina e biomedicina da Faculdade de Ciências da Saúde Sírio-Libanês (FSL), em São Paulo (SP). A instituição obteve nota máxima para os dois cursos na avaliação para autorização de funcionamento emitida pelo Ministério da Educação (MEC). Os cursos ofertarão 100 vagas anuais, cada, das quais 10% serão gratuitas e preenchidas após seleção realizada pela faculdade.
Durante a solenidade, o ministro Camilo Santana e a presidente da Sociedade Beneficente de Senhoras e do Conselho de Administração do Hospital Sírio-Libanês, Denise Jafet, assinaram o termo de autorização para a abertura dos cursos. O gestor do ministério lembrou que a ação é fruto da Lei nº 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos e possibilitou a abertura dessas graduações em hospitais que atendam a rigorosos requisitos de qualidade.
“Esses cursos da Faculdade Sírio-Libanês representam uma iniciativa de excelência, oferecida por uma instituição que obteve nota máxima em todas as dimensões avaliadas: projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura. O hospital atendeu com excelência a todos eles, com residência médica em mais de dez especialidades; mais de 400 leitos próprios; convênios com o Sistema Único de Saúde (SUS); estrutura de ensino; laboratórios modernos; e um ambiente interdisciplinar que articula ensino, serviço e pesquisa”, destacou o ministro da Educação.
O vice-presidente Geraldo Alckmin discorreu sobre o papel do SUS para a evolução da ciência e sociedade brasileiras. “Nós precisamos valorizar o SUS. O Brasil tinha, há 80 anos, mortalidade infantil de 150 mortos por mil nascidos vivos. Hoje são 11 e, na maioria dos estados, é um dígito. A expectativa de vida no Brasil era 45 anos de idade, hoje é 77 anos. A ciência está avançando e a saúde vai estar na vanguarda de tudo. E essa instituição, tenho certeza, dará todo o arcabouço científico preparatório para o exercício da profissão, com essa visão humanista, de amor às pessoas, de cuidar”, afirmou Alckmin.
SUS – Segundo Santana, a autorização dos cursos de medicina e biomedicina terá uma contrapartida da faculdade: 10% do faturamento bruto das graduações será destinado à estrutura dos serviços, às ações e aos programas do SUS. “Mais do que formar médicos, essa iniciativa se propõe a formar cidadãos, com sólida formação científica, competência clínica, empatia, ética, liderança e compromisso com a justiça social”, complementou.
A Faculdade Sírio-Libanês deverá distribuir esse valor para as instalações do SUS, incluindo a capacitação e o fortalecimento da rede de atenção à saúde pública; a construção ou reforma da estrutura dos serviços de saúde; a aquisição de equipamentos para a rede de atenção à saúde; e o pagamento de bolsas de residência médica em áreas prioritárias mantidas pela mantenedora (programas de medicina de família e comunidade, clínica médica, pediatria, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia).
EaD – O ministro ainda lembrou das normativas publicadas esta semana para regulamentação do ensino a distância (EaD) no Brasil. Ele ressaltou que foi a primeira ação efetiva para a área, que estabeleceu uma importante diretriz. “Os cursos de medicina e de enfermagem são 100% presenciais neste país. É um marco importante para garantirmos a qualidade na formação dos nossos profissionais. O Ministério da Educação acredita que é com parcerias assim, entre o poder público e instituições comprometidas com a excelência e a responsabilidade social, que construiremos um país mais justo e saudável. Esse curso representa um passo firme na direção da equidade, da qualidade e da transformação social”, concluiu.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Escolas Conectadas: MEC apresenta orientações para ciclo de 2026
O Ministério da Educação realizou, nesta segunda-feira, 27 de abril, um webinário para orientar redes estaduais e municipais sobre o monitoramento da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) e as etapas do ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada (Piec). Transmitido pelo canal do MEC no YouTube, o encontro foi voltado a gestores públicos, equipes técnicas das secretarias de educação e gestores escolares.
Durante a transmissão, especialistas da pasta detalharam o passo a passo das ações que precisam ser realizadas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e no Programa Dinheiro Direto na Escola Interativo (PDDE Interativo), além de esclarecer prazos, responsabilidades e procedimentos técnicos necessários para a participação das redes de ensino no ciclo de 2026. A iniciativa teve como objetivo apoiar a execução qualificada das políticas de conectividade nas escolas públicas e reforçar o papel das redes na atualização das informações e na seleção das unidades participantes.
O coordenador-geral de Apoio à Gestão Escolar do MEC, Pedro Barreto, destacou a importância do preenchimento correto das informações pelas redes de ensino para o planejamento das políticas públicas. “Esse processo não é apenas burocrático para garantir o acesso ao recurso, ele é um processo também muito estratégico: é a partir dos dados que são inseridos que a gente consegue orientar a priorização dos investimentos, a distribuição dos recursos e o planejamento das ações de conectividade”, explicou.
Monitoramento – O monitoramento da conectividade das escolas ocorre por meio do módulo da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) no Simec. As redes de ensino devem preencher informações sobre a infraestrutura digital das escolas, como contratação de internet, disponibilidade de redes Wi-Fi e existência de dispositivos tecnológicos utilizados por estudantes e professores.
O processo envolve o preenchimento de diferentes abas no sistema, incluindo dados institucionais das redes de ensino, informações sobre a internet das escolas – seja contratada pela secretaria, seja diretamente pelas unidades –, estrutura de Wi-Fi e quantidade de equipamentos disponíveis. O MEC orientou que todos os campos sejam preenchidos atentamente e salvos ao longo do processo, pois isso evita inconsistências ou perda de informações. As redes também devem atualizar os contatos dos técnicos responsáveis pelo acompanhamento da política dentro das secretarias de educação.
Somente após o preenchimento completo de todas as sub-abas do sistema é que o envio das informações ao MEC poderá ser concluído. O cronograma prevê que as redes preencham e enviem as informações no Simec entre 15 de abril e 4 de maio. Contudo, em uma etapa posterior, de 1º a 19 de junho, as secretarias deverão validar os dados de monitoramento informados pelas escolas no PDDE Interativo.
O preenchimento do monitoramento no Simec é uma obrigação das redes de ensino que aderiram à estratégia, além de ser uma etapa essencial para o planejamento e a priorização das ações de conectividade nas escolas públicas brasileiras. Os dados declarados pelas redes subsidiam diretamente as decisões do MEC e alimentam o painel de monitoramento da política, disponível para consulta pública. Redes que não realizarem o envio dentro do prazo terão suas escolas prejudicadas na classificação do Ciclo 2026 da Piec, podendo comprometer o recebimento de recursos financeiros e a oferta de serviços de conectividade adequados à realidade local.
Seleção – O módulo Educação Conectada no Simec é utilizado pelas redes para organizar a participação das escolas no Ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada (Piec). Entre as principais tarefas apresentadas está a atualização dos articuladores responsáveis pela política nas redes. Também caberá às redes selecionar e enviar ao MEC as escolas que participarão do ciclo de 2026 no Simec entre 15 de abril e 4 de maio, bem como acompanhar o processo realizado pelas unidades escolares na próxima etapa no PDDE Interativo.
O MEC orienta que escolas com conectividade inadequada ou sem informações registradas permanecerão selecionadas no sistema, para que possam avançar para as próximas etapas no PDDE Interativo e, se necessário, acessar recursos destinados à contratação de internet ou à melhoria da infraestrutura tecnológica.
Enec – A Enec tem como objetivo universalizar o acesso à internet de qualidade e promover a educação digital e midiática nas escolas públicas da educação básica. Desde sua criação, em 2023, a política busca integrar conectividade, currículo, formação docente, recursos educacionais digitais e gestão escolar com o uso pedagógico das tecnologias.
Dados apresentados durante o encontro indicam que o país avançou de 45% para 71,7% das escolas com conectividade adequada para fins pedagógicos, alcançando 99.005 unidades e cerca de 24 milhões de estudantes, com mais de R$ 3 bilhões investidos desde 2023.
Documentos apresentados na transmissão ao vivo
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica
Fonte: Ministério da Educação
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