POLÍCIA FEDERAL
FICCO/Ilhéus em ação conjunta deflagra operação após atentado contra diretor do Conjunto Penal de Eunápolis/BA
Ilhéus/BA. Nesta terça-feira (20/5), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus – FICCO/Ilhéus e a Secretaria de Administração Penitenciária da Bahia deflagraram uma força-tarefa visando apurar e responsabilizar os autores da tentativa de homicídio contra o diretor do Conjunto Penal de Eunápolis/BA.
O crime ocorreu por volta das 17h40, no município de Eunápolis. Durante a ação criminosa, os autores efetuaram diversos disparos com armamento de grosso calibre contra o veículo geralmente utilizado pelo gestor do presídio. Contudo, em razão de erro de identificação, o automóvel era ocupado por outro servidor da unidade prisional. A vítima, mesmo ferida, conseguiu conduzir o carro por alguns metros até ser socorrida pela Polícia Militar. O servidor foi encaminhado ao hospital, passou por cirurgia e encontra-se fora de risco.
Imediatamente, diligências investigativas foram iniciadas, incluindo perícia no local do crime, oitiva de testemunhas, busca de imagens de câmeras de segurança e levantamentos feitos pelo Departamento de Polícia Técnica da Bahia.
As investigações indicaram que a ação foi coordenada por um líder de facção criminosa da região, que também esteve envolvido na fuga ocorrida no Conjunto Penal de Eunápolis, no final de 2024, ocasião em que 16 internos escaparam da unidade.
Um dos executores do atentado foi identificado, localizado e preso na cidade de Itapebi/BA. A Polícia Civil da Bahia segue com as investigações objetivando identificar os demais envolvidos e aprofundar as conexões entre os crimes.
A FICCO/Ilhéus é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: cs.srba@pf.gov.br
www.gov.br/pf
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF institui grupo de combate à manipulação de resultados esportivos e jogos ilegais
Brasília/DF – A Polícia Federal instituiu, na terça-feira (12/5), o Grupo de Investigação para Repressão à Manipulação de Resultados Esportivos, Fraudes em Apostas e Crimes Correlatos (Base Apostas), subordinado à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.
A nova estrutura terá como foco prioritário a prevenção e a repressão à lavagem de dinheiro, a recuperação de ativos e o enfrentamento de organizações criminosas envolvidas em manipulação de competições esportivas, fraudes em apostas de quota fixa, corrupção privada, estelionato e demais delitos correlatos.
Além disso, a Base Apostas atuará de forma integrada com unidades especializadas da PF e contará com recursos investigativos avançados, análise estratégica de dados e cooperação nacional e internacional.
O trabalho terá como diretrizes a identificação e a responsabilização de lideranças criminosas, intermediários financeiros, apostadores estratégicos e agentes esportivos envolvidos em esquemas ilícitos, além da recuperação de ativos e do enfrentamento à lavagem de dinheiro decorrente dessas práticas.
A iniciativa reforça o compromisso da PF com a proteção da integridade esportiva, a repressão qualificada ao crime organizado e o fortalecimento dos mecanismos de combate às fraudes que impactam o mercado regulado de apostas e a confiança pública nas competições esportivas.
Também merece destaque a possibilidade de cooperação policial internacional e articulação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalmente autorizados. A manipulação de resultados é um fenômeno transnacional, frequentemente associado a organizações criminosas com atuação em diferentes países e forte capacidade financeira. Ações coordenadas e integradas são fundamentais para garantir eficiência no combate a essas práticas.
Previsão
A Base Apostas terá caráter institucional e inicialmente funcionará pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogada conforme avaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.
A estrutura será composta por policiais especializados em inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos, monitoramento de plataformas digitais e investigação de organizações criminosas relacionadas ao ecossistema de apostas esportivas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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