POLÍTICA NACIONAL
CAE aprova empréstimo de US$ 125 milhões para Salvador
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (17) autorização para que a União garanta empréstimo de US$ 125 milhões da Corporação Andina de Fomento (CAF) à cidade de Salvador (BA) (MSF 77/2024). Os recursos destinam-se ao financiamento do Programa de Inclusão Social e Territorial (PIST).
A proposta teve como relator o senador Angelo Coronel (PSD-BA) e agora segue com urgência para análise do Plenário.
Algumas das obras contempladas pelo programa são uma linha de teleférico com quatro estações de conexão, uma estação de recarga do ônibus BRT e a restauração do Elevador Lacerda. O programa também inclui a instalação de um observatório para monitoramento e gestão do território.
Para Coronel, o investimento vai contribuir para a qualidade de vida da população de Salvador e redução das desigualdades sociais.
“O PIST prioriza o envolvimento das comunidades locais em todas as etapas, desde o planejamento até a implementação das ações. Esse diálogo fortalece o protagonismo social e cria um vínculo de confiança entre os moradores e o poder público. O impacto esperado vai além das melhorias estruturais, alcançando a promoção da cidadania e o fortalecimento das comunidades atendidas”, justifica o senador no seu relatório.
Pelos termos do empréstimo, os recursos serão liberados pelo CAF para a capital baiana em cinco parcelas anuais, até 2029.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Projeto prevê medidas para assegurar energia elétrica em Roraima
O Projeto de Lei 6737/25 prevê que a conexão de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) assegure o fornecimento de energia elétrica estável, contínuo, seguro e de qualidade, inclusive em áreas remotas e de difícil acesso.
A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O autor, deputado Duda Ramos (Pode-RR), sugere que, se aprovada, a iniciativa seja denominada Lei de Resiliência Energética Pós-Interligação e Qualidade do Serviço em Roraima.
“O objetivo é transformar a recente conexão ao SIN, concluída em 2025, em um benefício estrutural e sustentável para a população de Roraima, reduzindo as interrupções e elevando os padrões de qualidade”, afirmou o parlamentar.
“Historicamente, Roraima foi a única unidade da federação não interligada ao SIN, operando de forma isolada por meio de termelétricas a óleo com custos extremamente elevados. A conclusão da interligação representa um marco de política pública, prometendo maior confiabilidade e redução de custos”, disse.
“No entanto, dados estruturais e análises de mercado indicam que interligar a malha elétrica, por si só, não garante avanço da qualidade, continuidade do abastecimento e resiliência”, avaliou Duda Ramos ao defender a iniciativa.
Objetivos
O texto reconhece a energia elétrica como infraestrutura essencial à prestação de serviços públicos, à segurança hídrica, à saúde, à educação e ao desenvolvimento regional. Estabelece ainda mecanismos de indução, metas de desempenho e instrumentos complementares de geração distribuída e armazenamento.
Conforme a proposta, serão objetivos da futura lei:
- garantir qualidade e continuidade do fornecimento de energia elétrica após a interligação ao SIN;
- reduzir interrupções e oscilações no serviço;
- aumentar a resiliência energética em localidades remotas;
- assegurar atendimento prioritário a serviços públicos essenciais;
- promover a transição energética com soluções limpas e descentralizadas; e
- reduzir desigualdades territoriais no acesso à energia de qualidade.
Outros pontos
O texto também institui o Plano de Resiliência Energética para Localidades Remotas de Roraima, com foco em:
- implantação de geração distribuída solar fotovoltaica;
- adoção de sistemas de armazenamento de energia;
- soluções híbridas compatíveis com a realidade local; e
- redução da dependência exclusiva da rede de transmissão.
A governança das iniciativas previstas deverá ser exercida pelo governo federal, em articulação com o governo estadual, com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e com as concessionárias, além de órgãos interessados.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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