POLÍTICA NACIONAL
Governo libera mais R$ 383 milhões para socorro ao Rio Grande do Sul
O governo federal liberou mais R$ 383 milhões para o enfrentamento das consequências das chuvas intensas e enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul em abril e maio deste ano. O dinheiro — liberado por meio de medida provisória (MP) — deve ser utilizado para o atendimento a famílias, a recuperação de serviços públicos e ações de proteção e defesa civil para recuperação dos municípios afetados pela calamidade climática.
Publicada na sexta-feira (11), a MP 1.265/2024 abre esse crédito extraordinário em favor do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, que estima beneficiar mais de 3,5 milhões de pessoas com esses recursos. O governo justifica a medida provisória afirmando que o Rio Grande do Sul continua enfrentando os reflexos dos desastres e que muitas famílias ainda precisam de ajuda para se recuperar das perdas.
O Poder Executivo registra que “a ocorrência de desastres naturais de grandes proporções interrompe a atividade econômica, danifica infraestruturas, destrói estabelecimentos e estoques. Ademais, a ocorrência de eventos climáticos extremos prejudica parte expressiva da população, principalmente com a privação de suas condições de habitação e de seu patrimônio material mais relevante, bem como dos serviços públicos essenciais”.
Além disso, o governo também afirma que o socorro ao Rio Grande do Sul continua sendo urgente, pois o desastre “gerou prejuízos sem precedentes, em sua extensão, prejudicando de forma intensa e inesperada a população e as atividades econômicas da região”. A situação gerou a necessidade de continuidade da resposta imediata porque atingiu “todos os aspectos da vida dos moradores dos locais afetados”, inclusive serviços públicos e empreendimentos produtivos locais.
A MP 1.265/2024 será analisada pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Alcolumbre nega pedidos de leitura de requerimentos para criação de CPI do banco Master
No início da sessão do Congresso Nacional convocada para a análise de vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026, vários deputados e senadores pediram ao presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), que lesse requerimentos de abertura de CPIs mistas para investigar denúncias relacionadas ao caso do banco Master.
Alcolumbre indeferiu os pedidos, afirmando que o momento da leitura de requerimentos é um ato discricionário da Presidência. Ele disse que a votação dos vetos seria prioritária porque beneficia municípios pequenos. A sessão do Congresso foi convocada para a análise de vetos.
Debate
Um dos que pediram a CPI foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que aparece em conversas gravadas com o dono do banco Master, Daniel Vorcaro. Nas conversas, ele busca recursos para o financiamento do filme sobre o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Do outro lado está o filme do presidente Bolsonaro, que recebeu o investimento privado de alguém que, na época, não tinha absolutamente nada que pudesse desabonar a sua conduta, inclusive premiado, as suas empresas premiadas como exemplos de compliance. Esse lado não tem nada de errado. E é por isso, presidente, que a gente precisa urgentemente dessa CPMI”, disse o senador.
O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que o senador poderia aproveitar a tribuna para responder aos questionamentos sobre sua relação com Vorcaro:
“O senhor foi visitá-lo um dia depois que ele saiu da prisão com tornozeleira eletrônica? Quer dizer que não sabia dos envolvimentos dele? Vossa Excelência não sabia da aplicação de R$ 970 milhões do Rio Previdência, governado pelo seu partido, no seu estado”?
Flávio Bolsonaro rebateu, dizendo que o presidente Lula teve uma reunião com o banqueiro no final de 2025, uma reunião que não estava na agenda oficial.
Mais informações a seguir
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Câmara dos Deputados
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