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Festa junina da Assembleia anima servidores e visitantes em noite memorável

Em meio a bandeiras coloridas, bonecos de palha, fogueira, comida gostosa, muita música boa e apresentação de convidados, o Arraial da ALMT atraiu servidores e seus familiares, e visitantes durante a noite desta quinta-feira (27) para a festança mais esperada do ano.

Mais de duas mil pessoas marcaram presença na festa que representa tradição e cultura. “É uma festa que começou pequena e agora se tornou um grande evento. Toda Cuiabá praticamente já sabe, vem para cá para participar, para dançar, para degustar nossas comidas típicas”, afirmou o presidente do Poder Legislativo, Eduardo Botelho (União). “É uma valorização da cultura e um momento de integração, com uma estrutura montada especialmente para receber as famílias com conforto, segurança e muita diversão”, concluiu o presidente.

O festejo, que começou às 18h, teve quatro atrações musicais que animaram o público até à 1h da manhã. Os primeiros a se apresentarem foram a dupla Jaó e Jaozinho, que trouxeram grandes sucessos de moda de viola. A programação seguiu com Roberto Lucialdo, Júnior Jangada e Banda, e Léo Vaqueiro.

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“Tudo aqui foi pensado para trazer ao público muito regionalismo, rasqueado cuiabano, música boa, e a lavagem do santo, que já é uma tradição aqui da cuiabania também”, explicou a superintendente do Instituto Memória do Poder Legislativo, Mara Visnadi.

A superintendente explicou que as festas juninas representa uma das maiores manifestações folclóricas do país, com influência de diversas culturas e crenças. “A festa junina é uma festa cultural, mas também uma festa religiosa, de propagação da fé, e a gente faz com isso a lavagem do santo. Então, a gente procura seguir todo o ritual, o levantamento do mastro, né, e com isso professa nossa fé em São João Batista, que é o nosso santo aqui da Assembleia Legislativa”, afirmou a superintendente.

Mais de duas mil pessoas marcaram presença na festa que representa tradição e cultura

Mais de duas mil pessoas marcaram presença na festa que representa tradição e cultura

Foto: GILBERTO LEITE DE OLIVEIRA

A facilidade de acesso, a diversidade de comida e as atrações musicais foram motivos suficientes para o contador Marcelo Lima dar uma “esticada” depois do trabalho. “Já é o terceiro ano que venho e só vejo a festa ficar melhor”, elogiou. “Eu não trabalho na Assembleia e vim com um grupo do escritório, e é muito bom poder participar. É uma festa muito boa e organizada. Com certeza vamos vir sempre”, afirmou com animação.

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Sob a organização do Instituto Memória do Poder Legislativos (IMPL), o Arraial dos Servidores da Assembleia acontece todos os anos, na última semana do mês de junho, na sede do Parlamento estadual. Sempre com uma grande diversidade de pratos típicos e atrações musicais, a festa é aberta a toda comunidade.


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Fonte: ALMT – MT

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No Dia do Trabalhador, Gisela Simona destaca o cuidado como eixo da desigualdade de gênero

Na diretoria-executiva do União Mulher, em Mato Grosso, Gisela Simona traz para o centro do debate neste 1º de maio, alguns desafios enfrentados por milhares de brasileiras diariamente: a disparidade salarial e a dupla jornada. Assim, muito embora haja avanços na contratação feminina, a consolidação da equidade ainda enfrenta desafios significativos.

Coautora da Política Nacional de Cuidados (Lei nº 15.069/2024), Gisela defende que é necessário reconhecer o trabalho não remunerado, exercido majoritariamente por mulheres. E que qualquer discussão séria sobre valorização do trabalho precisa passar por esta ação secularmente invisibilizada, mas que ancora milhões de lares no país.

E a partir dessa lente, o Dia do Trabalhador deixa de ser apenas uma data simbólica e passa a expor uma contradição: pois enquanto o país avança na ampliação da presença feminina no mercado formal, continuam intactas as estruturas que a penalizam.

Com 33 meses de atuação na Câmara Federal, somados à experiência como advogada, servidora pública e dirigente partidária em Mato Grosso, Gisela aponta que a desigualdade de gênero segue operando de forma silenciosa, mas constante, seja na diferença salarial, na dificuldade de ascensão profissional ou na sobrecarga cotidiana.

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“Não podemos naturalizar que mulheres trabalhem mais e recebam menos. Tampouco aceitar que a responsabilidade pelo cuidado continue sendo tratada como uma obrigação individual e não como uma pauta pública”.

Dados recentes reforçam esse cenário ao revelar que as mulheres continuam concentradas em áreas historicamente menos valorizadas e, mesmo quando ocupam as mesmas funções que os homens, enfrentam remuneração inferior e menor reconhecimento. A chamada dupla jornada – trabalho formal somado às tarefas domésticas – permanece, igualmente, como uma das expressões mais evidentes dessa desigualdade.

E nesse contexto, o debate se amplia mais ao inserir a maternidade, ainda hoje observada como um fator de desequilíbrio no percurso profissional feminino. Pois a necessidade de conciliar trabalho e cuidado impacta claramente na renda, na progressão de carreira e nas oportunidades, desvelando limites concretos das políticas existentes.

Desta forma, para Gisela, embora haja avanços e medidas voltadas à igualdade salarial, a ausência de fiscalização efetiva e transparência ainda impedem mudanças estruturais. “O Brasil já reconhece parte do problema, mas ainda executa pouco. E sem ações concretas, direitos seguem sendo promessa”, afirma.

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A parlamentar, que ganhou projeção nacional ao relatar o Pacote Antifeminicídio, também reforça a conexão entre autonomia econômica e segurança. Para ela, não há como dissociar a independência financeira da proteção das mulheres. “A autonomia econômica é um dos caminhos mais concretos para romper ciclos de violência. Mas isso exige que o Estado atue de forma integrada, garantindo não só acesso ao trabalho, mas condições reais de permanência e segurança”, pontua.

Desta forma, a leitura que emerge desse 1º de maio é direta: para milhões de brasileiras trabalhar não é apenas produzir renda, é sustentar vidas, equilibrar ausências do Estado e, muitas vezes, garantir a própria sobrevivência.

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