MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros participa de desfile cívico de 48 anos de emancipação de Tangará da Serra

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) participou, ​nesta segunda-feira (13.05), do desfile cívico em alusão ao aniversário de 48 anos de emancipação de Tangará da Serra (252 km de Cuiabá).

O evento, que reuniu a comunidade local em uma celebração festiva, contou com a presença de diversas instituições e entidades que contribuem para o desenvolvimento e a segurança da cidade.

Durante o desfile, os militares da 3ª Companhia Independente Bombeiro Militar (3ª CIBM) apresentaram para a população os veículos administrativos e operacionais utilizados no desempenho das funções de resgates e salvamentos.

Além disso, os bombeiros fizeram a demonstração de montagem de uma escada estaiada, técnica utilizada em situações em que é necessário o uso de uma escada e não há um ponto de ancoragem convencional disponível.

O comandante da 3ª CIBM, capitão BM Caíque Xavier Lima, destacou que Tangará da Serra e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso compartilham uma relação estreita e vital para a segurança e o bem-estar da comunidade.

Segundo ele, ao longo dos anos essa parceria tem sido marcada por um compromisso mútuo de proteção e serviço, desde o suporte em emergências até a participação ativa em eventos cívicos, os bombeiros militares têm sido uma presença constante e confiável na vida dos tangaraenses.

“A cidade não é apenas um local de atuação, para os nossos bombeiros, mas sim um verdadeiro lar para os militares que dedicam suas vidas a salvar outras. Essa ligação profunda é um reflexo do apoio e do respeito mútuo que permeiam essa colaboração essencial para a segurança local”, ressaltou o capitão.​

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Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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