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Polícia Civil cumpre 15 mandados contra foragidos da Comarca de Campo Verde

Quinze mandados de prisão foram cumpridos pela Polícia Civil, na Operação “Full Stop – Ponto Final”, deflagrada pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas em conjunto com a Delegacia de Campo Verde (131 km ao sul de Cuiabá).

O trabalho integrado realizado entre os dias 10 a 17 de abril, teve como objetivo dar cumprimento as ordens judiciais de prisão expedidas pelo juízo da Comarca de Campo Verde, pelos crimes homicídio, roubo, estupro e pensão alimentícia.

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Primavera do Leste, Chapada dos Guimarães, Nova Mutum, Campo Verde e no Estado do Tocantins.

Durante a ação foram contabilizadas 130 diligências, como levantamento de endereços dos foragidos, consultas em banco de dados, checagens nos sistemas policiais, entre outros serviços investigativos.

Na ocasião as equipes constataram que quatro foragidos estão mortos, e dois estão desaparecidos conforme informações obtidas junto aos familiares e constatação através de sistema.

Além das 15 prisões cumpridas em desfavor dos procurados, a Operação “Full Stop – Ponto Final” resultou na prisão em flagrante de quatro pessoas pelo crime de tráfico de drogas.

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Atuaram nessa ação oito policiais civis e um delegado de polícia.

Vista em Campo Verde

Durante a deflagração da Operação “Full Stop – Ponto Final”, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, esteve na cidade de Campo Verde e assinou o Termo de Construção da nova Delegacia de Polícia do município.

Participaram do evento o secretário de Segurança Pública, César Roveri, o delegado-geral adjunto, Rodrigo Bastos, a delegada regional de Primavera do Leste, Anamaria Machado Costa, o delegado da Polinter, Fernando Vasco Spinelli, os delegados de Campo Verde, Philipe Pinho e Bruno Barcelos, a juíza de Direito, Caroline Schneider, o promotor de Justiça, Arivaldo Guimarães, além de outras autoridades.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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