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Operação cumpre mandados contra autores de tripla tentativa de homicídio em Tangará da Serra

A Polícia Civil, por meio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Delegacia de Tangará da Serra, deflagrou na manhã desta quarta-feira (03.04), a operação Status Quo, para cumprimento de ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, com foco no combate a crimes de tortura e homicídio praticados por integrantes de facções criminosas que atuam na cidade.

A operação integra os trabalhos da Operação Erga Omnes, deflagrada dentro do planejamento da Diretoria Geral da Polícia Civil para combate a atuação de organizações criminosas em todo estado de Mato Grosso.

Nesta fase da operação, são cumpridas seis ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva, contra integrantes de uma facção criminosa suspeitos de participarem de uma tripla tentativa de homicídio qualificado, ocorrido no bairro do Boche.

Segundo o delegado responsável pela operação, Igor Sasaki, a motivação do crime seria uma disputa territorial entre facções criminosas. “Com base nas investigações foi possível identificar os envolvidos no crime e deflagrar a operação que tem como principal objetivo o combater crimes motivados por disputas entre facções criminosas na cidade”, disse o delegado.

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A operação foi batizada com o nome de status quo, que significa retomada da tranquilidade social, “no estado em que as coisas se encontravam antes da guerra”.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação “My Love” para investigar vínculo de facções criminosas com desaparecimento de jovem

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (05.05), a Operação “My Love”, com foco no aprofundamento de investigações relacionadas ao desaparecimento de uma jovem ocorrido no final de 2025.

A ação é resultado de um trabalho investigativo contínuo da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, iniciado após o registro do desaparecimento de Karen Anelita Ferreira da Silva, de 25 anos, ocorrido em 09 de dezembro de 2025.

À época, o pai da vítima procurou a DHPP informando que a filha havia saído para trabalhar e não retornado para casa. A partir disso, foram empregadas diversas técnicas investigativas, incluindo análise de imagens, diligências de campo, campanas e levantamentos de inteligência, que subsidiaram a representação por medidas cautelares junto ao Poder Judiciário.

No curso das investigações, foi possível identificar indícios de que a vítima mantinha vínculo com a facção criminosa dominante na cidade e buscava mulheres para levar entorpecentes para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

As apurações também apontam que o desaparecimento da jovem podia estar relacionado a conflitos internos envolvendo a atividade criminosa, especialmente desentendimentos com outras mulheres que faziam a mesma coisa.

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O nome da operação, “My Love”, faz alusão a esse contexto, no qual mulheres de reeducandos estariam sendo cooptadas para a prática delituosa de ingresso de drogas no sistema prisional.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, as equipes policiais apreenderam porções de drogas como maconha e ecstasy, além de materiais utilizados no tráfico de entorpecentes e diversos dispositivos eletrônicos que teriam como destino o interior da unidade prisional.

Duas mulheres, de 31 e 35 anos, foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Uma delas também teve cumprido mandado de prisão temporária. Após os procedimentos legais, as investigadas foram encaminhadas à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente os fatos, identificar outros envolvidos e responsabilizar todos os autores. O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias.

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Pharus

A Operação My Love integra a Operação Pharus, estratégia institucional voltada ao enfrentamento qualificado das facções criminosas e à desarticulação de suas atividades ilícitas, especialmente no que tange ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro, no âmbito do programa Tolerância Zero.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

As atividades também estão inseridas no cronograma das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim), que reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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