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Entenda ações emergenciais tomadas pela Sinfra no Portão do Inferno

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A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) trabalha em uma série de medidas emergenciais para garantir a segurança no trânsito na região do Portão do Inferno, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães. As medidas vão desde a instalação de telas de contenção, remoção de blocos e monitoramento do local.

Além destas medidas emergenciais, a Sinfra-MT trabalha na elaboração de projeto, considerado uma solução definitiva, que será a construção de um túnel, desviando a estrada das áreas de maior risco.

Telas de Proteção

A colocação das telas de proteção já está em andamento. A secretária adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra-MT, engenheira Nivia Calzolari, explica que essa foi a primeira medida emergencial que pode ser iniciada.

As telas são fixadas diretamente nos paredões e terão até seis metros de altura. O objetivo é conter os deslizamentos de terras e de pequenos blocos, iguais aos que foram registrados neste ano na rodovia.

Monitoramento

O trecho está sendo monitorado por técnicos durante as 24 horas do dia. No período diurno, uma equipe permanece no local e, durante a noite, esse trabalho é feito com o auxílio de três câmeras instaladas em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública.

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O objetivo do monitoramento é detectar possíveis deslocamentos de terra, ou de blocos, que possam colocar em risco a segurança das pessoas.

A Sinfra-MT também está adquirindo equipamentos para monitorar o deslocamento de pedras e gerar alertas quanto a possíveis deslizamentos. No local também foram instaladas estações meteorológicas, que geram informações sobre a quantidade de chuvas e ventos no local, para decidir sobre a interdição ou não da rodovia, seguindo o protocolo elaborado pelo engenheiro geotécnico Wilson Conciani.

Retirada de Blocos

A Sinfra-MT está realizando estudos para poder retirar blocos que podem cair sobre a rodovia. Os blocos estão mapeados, mas é necessário fazer um projeto correto para manejá-los, sem provocar acidentes.

“Não podemos retirar um bloco e correr o risco de deslocar outros três. É um trabalho que precisa ser feito com cautela”, afirma a secretária adjunta Nivia. Ela explica que a simples explosão de blocos, constantemente apontada como solução, não é simples. Devido ao tipo de formação dos paredões de Chapada, não é fácil garantir que a detonação não gere outras fraturas que possam provocar outros acidentes.

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Túnel

A construção de um túnel é apontada pela Sinfra-MT como a solução definitiva para a segurança da rodovia. Com isso, o trânsito seria deslocado da região do Portão do Inferno um pouco depois do Terminal Turístico da Salgadeira e saindo após a Casa do Mel.

Os estudos para essa obra estão sendo conduzidos com máxima celeridade dentro da Sinfra-MT, para que até o fim do mês um anteprojeto esteja pronto, para que então a elaboração do projeto possa ser contratada.

A secretária Nivia explica que o objetivo é fazer com que o túnel não passe por nenhum dos sítios arqueológicos do local, garantindo a preservação do patrimônio histórico e ambiental, mas permitindo que o trânsito possa fluir entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, sem passar pelas áreas de risco atuais.

Fonte: Governo MT – MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

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Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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