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Michelly Alencar Presta Homenagem ao Grupo Flor Ribeirinha pelos 30 Anos

30/08/2023
Michelly Alencar Presta Homenagem ao Grupo Flor Ribeirinha pelos 30 Anos

A vereadora Michelly Alencar (UNIÃO) realizou nesta terça-feira (29), uma Sessão Solene em homenagem aos 30 anos do grupo Flor Ribeirinha. A cerimônia reuniu aproximadamente 150 pessoas que fazem parte da comunidade Flor Ribeirinha, incluindo apoiadores, dançarinos, diretores e familiares.

“A gente tem a grande gratidão de saber que o Flor Ribeirinha está em grande ascensão e a gente tem muitos outros títulos para conquistar, muitos outros países para dançar, para mostrar que Cuiabá, que Mato Grosso, que o Brasil, se orgulham dessa cultura. Parabéns a todos vocês”, afirmou a vereadora.

Emocionada, a idealizadora e fundadora da Associação Cultural Flor Ribeirinha, Domingas Leonor da Silva, lembra que, para o grupo alcançar este patamar, foram muitas lutas, barreiras e superações.

“Eu estou aqui pessoal, esta velha que fala com vocês. Agradeço pelos 30 anos da Flor Ribeirinha. A Flor foi um filho que eu pari de dentro de mim, trabalhar e lutar com o grupo igual eu lutei, com o Flor Ribeirinha, não é para qualquer um não. Hoje tudo é mais fácil, mas lá atrás era difícil. Foi passando por cima de pau e pedra e hoje o Flor Ribeirinha está aqui com 30 anos de idade”, disse dona Domingas.

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O secretário adjunto de Cultura de Mato Grosso, Jan Moura, usou a fala para ressaltar os investimentos do governo para a cultura do estado.

“O governo Mauro Mendes, tem feito um trabalho que para mim é fundamental, primeiro ampliando o investimento. Gosto muito de falar isso, artista adora palmas, artista adora reconhecimento, né? Mas o que muda realmente a vida das pessoas é investimento. Quando a gente coloca recursos na cultura, a gente sabe como ela realmente pode mudar a vida de vocês”, afirmou Jan Moura.

Também presente na sessão solene, o chefe da casa civil, Fábio Garcia, ressaltou a importância da cultura em sua vida.

“A minha avó é uma apaixonada pela nossa cultura e pelo nosso artesanato. Foi pelas mãos da minha avó que surgiu a Casa do Artesão. Na nossa família, a gente sempre cultivou muito a importância de manter viva a nossa cultura, nossa tradição”, pontuou Fábio Garcia.

Flor Ribeirinha:

O Grupo Cultural Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira-Rio é um grupo folclórico que representa a cultura do estado em apresentações no Brasil e em outros países. Este ano, o grupo comemorou em julho 30 anos de fundação. O Flor Ribeirinha é tricampeão mundial em festivais internacionais com o espetáculo “Mato Grosso dançando o Brasil”. O grupo conquistou o título de campeão mundial no Festival Internacional de Arte e Cultura, na Turquia, em 2017. Conquistou outro título no Festival Internacional de Dança, realizado na Polônia, em 2020, e foi campeão mundial também na Bulgária, em 2022. No espetáculo “Mato Grosso dançando o Brasil”, o elenco apresenta o siriri, a dança típica da capital mato-grossense que reflete o multiculturalismo e traz o ritmo contagiante da viola de cocho, o mocho e o ganzá. O Flor Ribeirinha traz também manifestações tradicionais como a dança do boi-bumbá de Parintins, no Amazonas, na região Norte a dança gaúcha com forte expressão cultural do Sul o tradicional frevo do Nordeste e o samba, da região Sudeste, considerado uma das principais marcas da cultura brasileira.

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Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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