POLÍCIA FEDERAL

PF investiga crime de armazenamento e compartilhamento de imagens pornográficas envolvendo criança ou adolescente

Palmas/TO. A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (24/3) a Operação “Longo Alcance III”, com objetivo de aprofundar investigação relacionada ao cometimento do crime de armazenamento e compartilhamento de imagens pornográficas envolvendo criança ou adolescente.

Policiais Federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão na capital, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas/TO.

A investigação se iniciou em 2022, após comunicação da organização não governamental americana NCMEC (National Center for Missing & Exploited Children), através de cooperação internacional.

A operação deflagrada pela Superintendência Regional da Polícia Federal do Tocantins tem como objetivo garantir os direitos e proteção das crianças e adolescentes, fazendo valer o texto legal estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O nome da operação faz referência ao enorme potencial de distribuição de material digital dessa natureza, além da provável consequência física e psicológica causada nas vítimas, desde sua infância ou juventude.

Caso as suspeitas sejam confirmadas, o investigado pode responder pelos crimes de oferecer, trocar, disponibilizar, possuir e armazenar cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente, conforme previsto Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com penas que somadas podem ultrapassar 10 anos de reclusão.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Tocantins

Contato: (63) 3236-5494 / 98147-0057

E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate contra fraude em financiamento público e lavagem de capitais no Paraná

Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (12/5), a Operação Backhoe, com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais no município de Ponta Grossa/PR.

A ação tem como objetivo angariar elementos de prova em investigação que apura crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (SFN) e a ocultação de ativos de origem ilícita. A investigação, conduzida pela Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros (DELECOR), identificou um esquema estruturado de obtenção de financiamento mediante fraude.

De acordo com as apurações, o grupo criminoso utilizava mecanismos para ludibriar a conformidade bancária, causando prejuízos que superam R$ 547 mil. As diligências em curso buscam consolidar a materialidade do crime de receptação qualificada e identificar a cadeia de comando responsável pelo desvio e ocultação dos bens financiados. Há indícios de que os ativos tenham sido destinados a estabelecimentos do setor automotivo.

Também são objeto de apreensão valores em espécie sem comprovação de origem, diante de indícios de lavagem de capitais detectados pela inteligência financeira.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de obtenção de financiamento mediante fraude e estelionato qualificado contra entidade pública.

A operação segue em segredo de justiça, com o objetivo de preservar a eficácia das diligências investigativas e das colheitas de prova.

Comunicação Social da PF no Paraná
[email protected]
@pfparana 

 

Fonte: Polícia Federal

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