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Segurança reforça operação integrada no combate à criminalidade em todo estado

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Atenta aos índices de criminalidade em todo o estado, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) vem executando, desde o dia 1º de dezembro, várias edições da operação Interior Seguro. Em Jaciara, na quinta-feira (03.11), agentes da Polícia Judiciária Civil e a Polícia Militar cumpriram 48 mandados prisão, busca e apreensão. Na madrugada desta sexta-feira (04.11) a operação foi deflagrada em Cáceres, onde segue até o final do dia.

Durante todo o mês de dezembro a Sesp irá deflagrar operações em diferentes municípios de Mato Grosso, com cumprimento de mandados de prisão, busca e apreensão. O secretário Executivo de Segurança Pública, Fábio Galindo Silvestre, ressalta que a execução das atividades proporciona tranquilidade aos cidadãos de bem que desfrutam dos resultados positivos deixados pelas ações. “Concentramos grande efetivo e policiamento em todas as zonas quentes de criminalidade das cidades, levando incômodo aos criminosos. Assim, enfrentamos diretamente o crime, levando maior tranquilidade aos cidadãos”.

O Diretor de Interior da Polícia Judiciária Civil, Wilson Leite, destaca a importância da união das forças na obtenção de resultados. “O objetivo é saturar a violência nos municípios do interior. Para isso, estamos trabalhando em parceria com a Polícia Militar no desenvolvimento dessas ações”. Em Jaciara, 26 pessoas foram presas por envolvimento com o tráfico de drogas, roubo, furto e homicídio. Em Cáceres, a operação está em andamento.

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O sufocamento da criminalidade no interior é um dos principais objetivos da Secretaria de Segurança Pública do Estado no enfrentamento à criminalidade. Segundo Fábio Galindo, a operação Interior Seguro é apenas umas das ações que objetivam o bem estar do cidadão. “Com o estudo das zonas quentes de criminalidade, traçamos o planejamento de ações pontuais ao longo do ano. As operações têm apresentado resultados satisfatórios. Estamos juntos no enfrentamento direto à criminalidade, estourando bocas de fumo, desmanches e pontos de receptação de produtos roubados, cumprindo mandados de buscas e apreensões, atuando sempre integrando as forças de segurança”.

Interior Seguro

Para este final de ano, a Sesp intensificou a operação Interior Seguro. As ações integradas já aconteceram nos seguintes municípios: Campo Verde, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Primavera do Leste, Barra do Garças, Confresa, Porto Alegre do Norte, Canabrava do Norte, Guarantã do Norte, Juína, Cotriguaçu, Aripuanã, Castanheira, Juruena, Colniza, Juara, Porto do Gaúchos, Juína, Tabaporã, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Jauru, Comodoro, Gaúcha do Note, Campo Verde, Paranatinga, Primavera do Leste, Jaciara, Sinop, União do Sul, Nova Bandeirantes, Alta Floresta, Tangará da Serra, entre outros. Em muitas dessas cidades, a operação aconteceu de forma simultânea.

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Em todos os municípios percorridos foram cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão, e prisões em flagrante. O saldo parcial das operações é de 20 armas de fogo apreendidas, 120 pessoas presas por flagrantes e mandados, 10 veículos apreendidos, 1,484 quilos de substâncias análogas à maconha e cocaína apreendidas e cumprimento de 68 mandados de busca e apreensão.  

Fonte: GOV MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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