TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Projeto Nosso Judiciário realiza palestra em escola em Várzea Grande

O projeto Nosso Judiciário esteve na Escola Estadual Irene Gomes de Campos, no bairro Figueirinha, em Várzea Grande, na manhã desta quinta-feira (2 de junho). Cerca de 240 alunos e alunas do 7º, 8º e 9º ano conheceram um pouco mais sobre o funcionamento da Justiça estadual, dos Juizados Especiais. O conhecimento foi repassado por meio de palestra e cartilha.
 
Para a coordenadora da unidade de ensino, Leane Rossini a dinâmica foi de grande valia para os estudantes. “É muito importante o aluno conhecer o Judiciário, conhecer seus direitos e deveres para que possam contribuir com uma sociedade melhor. Com o conhecimento passam a saber as consequências quando fazem algo que vai contra as leis. O conhecimento tem o poder de mudança e eles podem reproduzir o que aprenderam para família, vizinhos, comunidade. A escola está de portas abertas, a gente precisa dessa parceria, precisa trazer o saber para os nossos alunos porque faz a diferença, muda o mundo, a sociedade e faz deles indivíduos melhores e mais atuantes”, afirma.
 
Aos 12 anos a aluna Yassanan Vitória Souza de Jesus já sabe qual carreira pretende ter no futuro. Ser policial é o seu sonho e ela diz que a palestra ajudou a entender um pouco mais sobre o Judiciário. “Foi bem interessante porque quero ser policial e essa profissão está ligada a tudo o que foi explicado aqui. Pensei que só existia o fórum, não sabia que a Justiça era de graça. Achei legal o Tribunal ter vindo aqui explicar tudo isso para gente e é bom aprender desde cedo”, comenta.
 
Isabelly de Oliveira Santos, também de 12 anos, compartilha da mesma opinião, quanto à importância de saber um pouco mais sobre o que foi explicado durante a palestra. “Achei legal, acessível e aprendi bastante coisa. Vou ser advogada, então é bom saber mais sobre o Judiciário.”
 
A palestra foi ministrada pelo servidor Neif Feguri Neto, que durante as visitas explica a diferença entre Fórum, Tribunal de Justiça, de juiz, desembargador, Justiça Restaurativa. “São vários assuntos abordados, mas a finalidade é a mesma, a aproximação do Judiciário com a sociedade, com jovens, estudantes que sempre procuro enfatizar que são o nosso futuro e precisamos investir neles”, ressalta o servidor.
 
Além dos assuntos do Judiciário a palestra traz também assunto atual como redes sociais e crimes cibernéticos. “A pedido das próprias escolas, coordenações e diretorias, no ensino médio temos abordado o marco civil da internet. Hoje os adolescentes precisam ter a conscientização de saber usar as ferramentas que existem e suas regras. Enfatizamos nas escolas a importância dessas regras serem cumpridas para que eles não fiquem prejudicados e nem prejudiquem o próximo”, completa Neif.
 
Esta foi a 107ª unidade de ensino visitada pelo projeto Nosso Judiciário, que percorre há oito anos unidades de ensino de Cuiabá e Várzea Grande, onde já foram alcançados 23.572 alunos e alunas.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto 1: alunos e alunas estão sentados em cadeiras no auditório da escolas. Todos usam uniforme na cor azul, alguns com agasalhos. De frente para eles, num palco, está o servidor Neif Feguri durante palestra. No canto direito destaque para a cartilha do Nosso Judiciário.
Foto2: Coordenadora da Escola Leane Rossini em foto posada, com cabelos longos, loiros e soltos. Ela usa uma blusa azul e sorri para a foto.
Foto3: Aluna Yassanan Vitória Souza de Jesus em foto posada. Ela sorri e usa a camiseta da escola e um casaco cor-de-rosa. Ao fundo aparece as cadeiras azuis do auditório.
Foto 4: Imagem que mostra todos os alunos e alunas sentados em cadeiras no auditório da escola.
 
Dani Cunha (texto e fotos)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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