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Falsos oficiais de justiça usam WhatsApp para aplicar golpes; TJMT orienta população

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Recebeu no WhatsApp uma mensagem com tom urgente, link para clicar, pedido de regularização de débito, de alguém se identificando como oficial de justiça? Cuidado, isso pode ser uma tentativa de golpe utilizando o nome de órgãos como o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Receita Federal.

Pessoas têm sido abordadas em seus aplicativos de mensagens por supostos oficiais de justiça solicitando a confirmação de “informações de cadastro”. O roteiro do contato é feito para se assemelhar a uma intimação oficial, gerando uma preocupação imediata.

Fique atento!

– As mensagens de falsos oficiais de justiça no WhatsApp utilizam tons de urgência e links para induzir a vítima ao erro.

– Os golpistas abordam pessoas solicitando a confirmação de dados cadastrais sob o pretexto de uma intimação oficial.

– As mensagens fraudulentas costumam exibir fotos de brasões oficiais e dados reais da vítima, como CPF e endereço, para parecerem autênticas.

– A ausência de registro do oficial de justiça e o uso excessivo de letras maiúsculas são sinais de alerta.

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– Prazos muito curtos para negociação e links suspeitos indicam uma tentativa de golpe.

O que fazer?

– Mantenha a calma ao receber contatos suspeitos para evitar decisões precipitadas.

– Não realize pagamentos, não clique em links e evite fornecer qualquer dado pessoal.

– Bloqueie o contato imediatamente após identificar a suspeita de fraude.

– Busque informações apenas pelos canais oficiais do Judiciário ou com seu advogado constituído.

– Sempre verifique a veracidade de qualquer cobrança antes de efetuar transferências financeiras

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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