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Alunos plantam e aprendem sobre educação ambiental com iniciativa do Verde Novo e Energisa

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Estudantes da Escola Estadual Cesário Neto, de Cuiabá, participaram de uma ação do projeto Verde Novo em parceria com a Energisa na manhã dessa quarta-feira (23).
 
Na ação, foi realizado o plantio de mudas de árvores na própria escola, distribuídas mudas aos alunos e apresentadas palestras educativas sobre meio ambiente e energia.
 
“Achei legal, aprendemos a reduzir a energia, deixar a conta mais barata. Achei legal, aprendi coisas que eu não sabia. Minha mãe ama planta, então resolvi levar uma para casa”, afirma a estudante Maria Luiza Almeida.
 
Para outra aluna, Graziela Bocautti, a aula especial foi “bem interessante, eles deram muitas dicas sobre como podemos preservar e economizar no consumo de energia”. Ela também levou uma muda para casa e afirmou que, assim, colabora com a arborização da cidade.
 
A analista de Meio Ambiente da Energisa e bióloga Marina Lima abordou temas como a distribuição de energia elétrica, caminho da energia, como funciona desde a geração até a casa do consumidor e sustentabilidade.
 
“É uma troca muito interessante, nada melhor do que falar com crianças e adolescentes. Eles sempre ficam muito curiosos, querem entender como funciona a fatura, damos dicas de segurança voltadas para o público infanto-juvenil. O Verde Novo vem complementar essa parceria”, destaca Marina.
 
Verde Novo – O Projeto Verde Novo é idealizado e realizado pelo Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) desde dezembro de 2017, com o objetivo de fomentar a importância das áreas verdes para as zonas urbanas de Cuiabá por meio de ações de plantio e distribuição de mudas de árvores em todas as partes da cidade. São parceiros do projeto o Instituto Ação Verde, Prefeitura de Cuiabá, Grupo Petrópolis, TV Centro América e Energisa.
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: fotografia colorida de alunos e integrantes do Projeto Verde Novo agachados. Eles estão ao ar livre lantando uma muda.
Segunda imagem: fotografia colorida destacando as mãos de duas pessoas plantando uma muda.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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