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Palmeiras supera São Paulo no Morumbi e garante classificação antecipada as quartas do paulista


O Palmeiras visitou o São Paulo na noite desta quinta-feira (10), no Morumbi, pelo Campeonato Paulista, e venceu por 1 a 0, com gol de Rony, aos 9 minutos do primeiro tempo, após passe de Marcos Rocha. Com a vitória, o Verdão, líder geral do estadual, foi a 23 pontos (mesmo com jogo a menos que seus demais adversários do certame) e garantiu classificação antecipada às quartas de final – o Mirassol, segundo colocado do grupo, só pode chegar aos mesmos 23 pontos, mas perde para o Maior Campeão do Brasil nos critérios de desempate.

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Entretanto, antes de duelar pelas quartas, ainda encara o Santos, no próximo domingo (13), contra o Corinthians, na próxima quinta-feira (17) – ambos no Allianz Parque – e diante do Red Bull Bragantino, no dia 20/03 (domingo), fora de casa.

De quebra, o Palmeiras quebrou um jejum de 25 anos sem vencer no Morumbi pelo Paulistão: o último triunfo neste cenário havia sido em 1997 e teve gol de Viola pelo Verdão. Já a vitória mais recente do Verdão no Morumbi contra o São Paulo por qualquer competição havia sido pelo Brasileiro de 2018, gols de Gustavo Gómez e Deyverson.

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Com a classificação à fase decisiva, aliás, o Palmeiras vai voltando para onde está acostumado. Campeão em 2020, contra o Corinthians, e vice em 2021, o Palmeiras não fica de fora da semifinal do Campeonato Paulista desde 2014. Duelou com o Ituano na semi de 2014, foi vice-campeão contra o Santos em 2015, encarou novamente o Santos pela semi de 2016, mediu forças com a Ponte Preta pela semi de 2017, ficou com o vice diante do Corinthians em 2018 e enfrentou o São Paulo pela semi de 2019.

Além de líder geral do torneio, e não só de seu grupo, o Palmeiras também é o time do Campeonato Paulista 2022 que possui o maior número de vitórias (sete, contra seis do Bragantino), o menor número de gols sofridos (apenas um, contra sete do Corinthians), e o melhor saldo de gols (12, contra oito do Bragantino).

Aliás, de 2017 a 2022 o Palmeiras é o dono da melhor defesa da primeira fase do Campeonato Paulista (ou seja, considerando os 12 primeiros jogos da fase de grupos, na qual todas as equipes possuem o mesmo número de partidas) – exceto 2022 que ainda está em andamento, mas ainda assim é o detentor da marca. Apenas em 2021 não fechou como dono da melhor defesa. Portanto, nas últimas seis edições do Estadual (incluindo a atual), o Alviverde tem a melhor defesa em cinco delas. Além disso, o time ostenta ainda a segunda melhor defesa desta temporada considerando todos os clubes que disputam a Série A, por qualquer competição que tenham disputado, com média de 0,3 gol sofrido por partida, atrás apenas do Fluminense, com 0,25 gol sofrido por partida.

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TRÊS CLÁSSICOS EM SEQUÊNCIA

O Duelo contra o São Paulo marcou o primeiro de três clássicos em sequência que o Verdão disputa em dias próximos: hoje visitou o Tricolor no Morumbi; no dia 13/03 (domingo), recebe o Santos no Allianz Parque; e no dia 17/03 (quinta) recebe o Corinthians, novamente no Allianz Parque – todos pelo Paulistão.

A última vez em que o Palmeiras disputou três clássicos seguidos, sendo um contra cada rival, foi em 2001. Em 03/10, duelou com o Corinthians (derrota); em 06/10, contra o São Paulo (vitória); e em 10/10, diante do Santos (vitória) – todos os jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro daquele ano.

fonte: https://www.palmeiras.com.br/noticias/palmeiras-supera-sao-paulo-no-morumbi-e-garante-classificacao-antecipada-as-quartas-do-paulista/

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ESPORTES

Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo

O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.

O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.

A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.

Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.

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O castigo no segundo tempo

Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.

A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.

O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.

Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.

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O caminho da Noruega

Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.

FICHA TÉCNICA
Placar

Brasil 1 x 2 Noruega

Competição Copa do Mundo (oitavas de final)
Local MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)
Data 5 de julho de 2026 (domingo)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Neymar (Brasil)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ismail Elfath (EUA)
Assistentes Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
VAR Tatiana Guzman (NCA)
Gols Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil)
Brasil Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior.
Técnico do Brasil Carlo Ancelotti
Noruega Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland.
Técnico da Noruega Stale Solbakken

Fonte: Esportes

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