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Verde Novo finaliza 2022 com mais de 560 ações e 170 mil mudas plantadas e distribuídas

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O Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, finaliza o ano de 2022 com mais de 560 ações de distribuição e plantio de mudas de árvores e mais de 170 mil mudas plantadas ou distribuídas desde o início do projeto, em 2017.
 
Em 2022, 25 mil mudas foram plantadas e distribuídas à população cuiabana em mais de 100 ações realizadas em parques, praças, escolas, espaços públicos e privados.
 
Durante todo o ano foram desenvolvidas diversas ações de conscientização ambiental, especialmente em datas comemorativas, como o mês de junho, quando se comemora o Dia do Meio Ambiente, e em setembro, quando há o Dia da Árvore.
 
“Existe uma grande procura pelo projeto Verde Novo para aquisição de mudas, para plantio e distribuição. Nosso trabalho de conscientização ambiental é essencial e ocorre durante o ano todo”, afirma o assessor do Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) e um dos gestores do projeto, Sergio Savioli Resende.
 
Ao longo do ano de 2022, o Projeto Verde Novo impactou mais de 68 mil pessoas. Foram desenvolvidas ações em 16 escolas, 38 bairros, proferidas 15 palestras e desenvolvidos trabalhos com 33 parceiros.
 
De acordo com Sergio, a estratégia adotada no ano foi dar ênfase às ações educativas nas escolas, uma vez que nos dois anos anteriores houve poucas ações presenciais em virtude da pandemia.
 
Verde Novo – Um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juvam de Cuiabá, desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde e patrocinado pelo Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O projeto Verde Novo também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa, na divulgação.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: foto horizontal colorida da distribuição de mudas pelo projeto Verde Novo. Sergio está à frente da van do projeto, onde ficam armazenadas as mudas, ao lado da engenheira florestal Rosiani e de uma mulher e um menino, que seguram as mudas recebidas do projeto. A van é adesivada na cor verde e tem o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Mylena Petrucelli/Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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