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Valorização dos servidores: desembargadora Clarice se reúne com representantes de associações

A mobilização das diferentes carreiras do Poder Judiciário, promovida pela presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, durante essa semana, faz parte da sua agenda para a construção participativa de um Poder Judiciário cada vez mais forte, e alinhado a pacificação social e o atendimento humanizado da sociedade.
 
Nesta quinta-feira (20 de abril), a desembargadora se reuniu com a diretoria das Associações dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário de Mato Grosso (ASTEJUD) e dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (ASPOJUD). No dia anterior, a desembargadora também recebeu a presidente da Associação dos Analistas Judiciários do Estado de Mato Grosso (Anajud), Loyne Borges.
 
A desembargadora destacou a necessidade cada vez maior do envolvimento e da união de esforços entre os servidores, para a promoção de um atendimento ainda mais humanizado e comprometido com a resolução de conflitos.
 
“O alinhamento entre os segmentos representativos do Poder Judiciário precisa estar sempre estabelecido sobre os pilares da cordialidade, da franqueza e da transparência. Esse movimento de aproximação com as carreiras, estimulado pela nossa gestão, faz parte do nosso projeto que é o de assegurar através da valorização das pessoas e do cuidado com o ser humano, a base para o atendimento cada vez mais eficiente e humanizado da população”, enfatizou a desembargadora.
 
Foram recebidos pela desembargadora, o presidente da ASTEJUD, Anderson Rafael Leite e a vice-presidente Jovelina Pintos de Oliveira; a presidente da ASPOJUD, Jane Selma Barbosa e a vice-presidente Márcia Sogno. Também participaram das agendas, os juízes auxiliares da presidência do Tribunal de Justiça, Viviane Brito Rebello e Túlio Duailibi Alves Souza e a diretora-geral do TJ, Euzeni Paiva de Paula.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Primeira imagem: Foto horizontal colorida. Ao centro, a desembargadora Clarice Claudino posa para foto com membros da Associação dos Técnicos Judiciários do Poder Judiciário de Mato Grosso (ASTEJUD). Segunda imagem: Foto da desembargadora Clarice Claudino reunida a mesa, com a presidente e vice-presidente da Associação dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (ASPOJUD)
 
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Naiara Martins 

Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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