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Sustentabilidade na prática: TJMT avança no ranking do CNJ com ações que geram resultados

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) alcançou resultados expressivos no Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS) 2024, divulgado neste ano pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), subindo seis posições no ranking nacional. Com isso, o Tribunal atingiu a 13ª colocação geral e a 3ª posição entre os tribunais de médio porte, reforçando o compromisso com práticas sustentáveis que geram resultados concretos para a sociedade.
Destaque na sustentabilidade e impacto social
O avanço do TJMT no IDS, que totalizou 68,5% de pontuação no ano-base 2024, reflete um conjunto de ações estratégicas nas áreas ambiental, social e de gestão, que reverberam diretamente na vida do cidadão. Entre os indicadores que mais contribuíram para a melhora da posição no ranking, destacam-se:
Equidade de gênero na liderança institucional — o TJMT alcançou 63,3% de servidoras em cargos de chefia, ficando em 4º lugar na Justiça Estadual e 6º no país, consolidando políticas internas que promovem maior representatividade feminina e inspiram práticas inclusivas no serviço público.
Uso eficiente de recursos naturais e gestão responsável — o Tribunal obteve destaque nos indicadores de consumo de água por metro quadrado e gastos de transporte por área de jurisdição, reforçando ações que reduzem o impacto ambiental e promovem uma administração mais sustentável.

Projetos que ampliam o alcance das ações socioambientais
O Projeto PLS Comarcas, instituído em 2025 pelo Núcleo de Sustentabilidade, foi fundamental para fortalecer a gestão sustentável em todo o estado. A iniciativa estruturou, entre suas etapas:
– Monitoramento de indicadores socioambientais (como consumo de energia, água, uso de papel, frota e combustíveis)
– Elaboração de planos de ação locais
– Capacitação de servidores e colaboradores
– Monitoramento contínuo das metas atingidas, promovendo práticas sustentáveis adaptadas à realidade de cada comarca e garantindo maior uniformidade e eficácia na gestão dos recursos públicos.
Essa atuação contribui não apenas para os resultados do IDS, mas também para a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população, com gestão integrada e focada na racionalização de recursos.
Alinhamento estratégico e revisão metodológica do CNJ
A nova metodologia de avaliação do IDS incorporou critérios adicionais, como o percentual de servidoras em cargos de chefia e o percentual de desembargadoras promovidas por merecimento, e ajustou indicadores como consumo energético e gastos com transporte para considerar a área construída e a extensão territorial. Essas mudanças trouxeram maior equidade e refletiram positivamente no desempenho de tribunais com grandes territórios, como o TJMT, cuja atuação se estende por todo o estado, ampliando o alcance dos serviços jurisdicionais e de sustentabilidade oferecidos à população.
A evolução no IDS fortalece a confiança da sociedade no Judiciário, pois demonstra que as práticas sustentáveis adotadas pelo TJMT não se limitam a indicadores técnicos, mas se traduzem em benefícios concretos para a população, com processos mais ágeis, decisões mais eficazes e serviços mais acessíveis e responsáveis.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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