TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Servidores do Complexo dos Juizados Especiais finalizam capacitação de prevenção a incêndios

No Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá, servidores, comissionados, estagiários e colaboradores concluíram o curso de ‘Formação de Brigada de Incêndio’ que prepara equipes para atuar no combate às chamas, em caso de princípio de incêndio no ambiente de trabalho. A capacitação, realizada de 3 a 5 julho, foi ministrada pelos bombeiros da Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).   
 
Durante os três de curso, a turma de 28 de alunos receberam ensinamentos teóricos e práticos sobre noções de combate aos incêndios dentro e fora da unidade predial, manuseio e uso correto dos equipamentos de combate ao fogo, sistemas de segurança e pânico.  
 
De acordo com o instrutor da capacitação, o 1° Sargento Rodrigo, do Corpo de Militar de Mato Grosso (CBMMT), os servidores estão preparados para atuar na primeira resposta. Caso aconteça algum princípio, os servidores estão preparados para usar os equipamentos e apagar o fogo, evitando que se transforme em incêndio de grandes proporções. 
 
“Eles estão treinando, agora reconhecem todo o sistema de segurança, sabem como agir e sabem qual é o equipamento correto que vão utilizar para apagar o fogo. Neste caso, com uma resposta imediata, o tempo de queima passa a ser reduzido. O incêndio passa a ser pequeno, e eles estando habilitados a resolver o problema, vão evitar que este incêndio se torne grande, preservando vidas e destruição do patrimônio”, explicou o militar. 
 
Além do combate aos incêndios em edificação, os servidores também aprenderam noções de primeiros socorros: como estabilização de vítimas em casos de parada cardiorrespiratória, técnicas de socorro para vítimas de engasgo e outros atendimentos básicos de emergência. 
 
Na fase prática do curso, os servidores conheceram de perto a reação do fogo na destruição das estruturas em caso de incêndio. Para essa experiência real, na parte externa do prédio, os bombeiros criaram um cenário, com estruturas em chamas, proporcionando que cada participante pudesse atuar no combate ao fogo, com uso de extintores e mangueiras conectadas no ‘mangotinho’ – um equipamento de combate a incêndio constituído de mangueira, (semi-rígida com diâmetro de 25 mm. Por não permitir deformações, a mangueira é enrolada em um carretel instalado no interior do prédio).  
 
A servidora Elaine Cristina Pincerato Alonso, do Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, que participou pela primeira vez da capacitação, destacou que o conhecimento obtido no treinamento prepara as pessoas para saber como atuar em caso de incêndio. “Na hora de um incidente com fogo vem aquele pânico e não sabemos como reagir. Com essa capacitação nós sabemos onde estão os equipamentos, o que podemos utilizar para combater o fogo e como ajudar os nossos colegas que tiverem alguma dificuldade. Essa capacitação é essencial para o ambiente profissional e também dentro de casa”, declarou a servidora.  
 
O treinamento é realizado pela Coordenadoria Militar, por meio da Divisão de Prevenção e Combate a Incêndio (DPCI), com corpo técnico formado por bombeiros militares da DPCI; Escola dos Servidores e da Diretoria Operacional, do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM/MT), responsável por emitir e homologar os certificados do curso de Brigada de Incêndio. 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto 1 – Mostra um homem com extintor de incêndio nas mãos apagando um fogo de pequenas proporções. Foto 2 – Mostra dois servidores recebendo orientações dos bombeiros sobre o uso da mangueira de combate ao fogo. Foto 3 – Mostra o grupo de 28 pessoas que foram treinadas. Na frente deles 10 extintores de incêndio e um botijão de gás GLP. 
 
Carlos Celestino/ Imagens: Luiz Totty 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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