TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Reunião do Gemam será em Cáceres com programação voltada à inovação, direitos humanos e orçamento

O Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) inicia o calendário de 2026 com a 41ª reunião, marcada para o dia 13 de março, no Tribunal do Júri do Fórum da Comarca de Cáceres. O encontro contará com uma programação dedicada a temas contemporâneos do Direito, inovação tecnológica no Poder Judiciário e controle judicial do orçamento público.

A abertura está prevista para as 9h, seguida de quatro painéis ao longo do dia. A juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima conduzirá o primeiro tema, abordando a judicialização e a regulação da cannabis medicinal, com foco na conclusão de enunciados.

Em seguida, às 10h, o juiz Vinícius Galhardo e os servidores do Laboratório de Inovação do Tribunal de Justiça (TJMT) Janaína Taques e Thomás Caetano apresentarão projetos do InovaJUSMT e farão uma introdução prática ao uso de inteligência artificial na gestão de processos.

No período da tarde, às 14h, a promotora de Justiça Marcelle Rodrigues da Costa e Faria ministrará a palestra “O Juiz interamericano de Direitos Humanos”. Encerrando a programação, os juízes Cássio Leite de Barros Neto, Janaína Rebucci Dezanetti e Luiz Guilherme Guimarães discutirão o “Controle judicial do orçamento público e aplicação de emendas parlamentares X discricionariedade e abuso de poder”. O encerramento está previsto para as 18h.

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Calendário 2026

O calendário oficial do Gemam para 2026 prevê quatro encontros, todos com carga horária de oito horas e realizados das 9h às 18h30:

41ª reunião – 13 de março, em Cáceres
42ª reunião – 22 de maio, em Rondonópolis
43ª reunião – 7 de agosto, em Cuiabá
44ª reunião – 6 de novembro, em Cuiabá

As reuniões de Cáceres e Rondonópolis terão programação ampliada, pois serão integradas ao Curso de Segurança Institucional, realizado no dia seguinte.

Missão do grupo

A coordenadora do Gemam, juíza Alethea Assunção Santos, destaca o crescimento do grupo e a importância da interiorização dos encontros. “O Grupo de Estudos da Magistratura tem se fortalecido cada dia mais, com o ingresso de novos colegas e a realização de encontros no interior do estado, fomentando a participação presencial de um maior número de juízes”, afirma.

Criado em 2014 por portaria conjunta da Esmagis-MT e da Emam, o Gemam tem como missão estimular o estudo, o debate e a produção jurídica entre magistrados estaduais. Cada reunião resulta na elaboração de enunciados orientativos, que servem de referência para a atuação dos juízes em Mato Grosso.

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Clique neste link para efetuar sua inscrição para a 41ª edição.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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