TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Projeto Nosso Judiciário realiza primeira edição de 2024 com acadêmicos de Direito de Rondonópolis

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) recebeu, nesta segunda-feira (26 de fevereiro), uma turma com 50 alunos, do primeiro ao nono semestre do curso de Direito da faculdade Fasipe, que viram da cidade de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, participar da primeira edição de 2024 do ‘Projeto Nosso Judiciário’, que oportuniza aos futuros profissionais conhecer o Palácio da Justiça, parte de como funciona o trabalho, além de proporcionar uma conversa com desembargadores e juízes da corte. Os estudantes puderam ouvir a presidente judiciário, desembargadora Clarice Claudino da Silva, para um diálogo enriquecedor.
 
“Esse projeto já consolidou a sua natureza, voltada para que os estudantes possam conhecer e desmistificar essa imagem que o judiciário é distante da sociedade. O ser humano tem um pouco de receio de tudo aquilo que ele não conhece bem. Então, à medida que os futuros operadores do Direito têm conhecimento, estabelece uma relação de mais proximidade, de mais intimidade com as instalações do Poder Judiciário, isso contribui positivamente para que essa imagem de distanciamento desapareça, isso vai sendo desconstruído. É por isso que eu faço questão de estar presente nesta turma do primeiro ano de 2024 para contribuir com esse prazeroso processo de ensino, isso é muito prazeroso, é muito positivo”, declarou a desembargadora. 
 
No plenário, os universitários assistiram parte da ‘Sessão da 1ª Câmara de Direito Público e Coletivo’, presidida pela desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos. Uma oportunidade para observar e aprender como é a interação da corte, os diálogos entre as autoridades e a sustentação oral realizadas pelos advogados durante o julgamento. 
 
O acadêmico Gabriel Barrios, do nono semestre, atestou que participar do ‘Projeto Nosso Judiciário’, oportunizou “conhecer parte do processo de atuação da advocacia, o seu funcionamento na prática.  Pudemos assistir alguns advogados realizando a sustentação oral, eu nunca imaginei como seria realizado isso, mas hoje pude conferir na prática, além da atuação dos magistrados”. 
 
No Espaço Memória, os universitários conheceram o local que guarda peças, documentos e objetos históricos que ajuda a contar para os visitantes a evolução do Poder Judiciário Mato-grossense ao longo dos seus 149 anos de existência. Outro destaque, foi a apresentação das ferramentas de trabalho da justiça, com foco nas explicações do funcionamento sistêmico do Processo Judicial Eletrônico (PJE-MT), que faz parte da modernização do tribunal que digitalizou os processos de papel, transferindo para esfera virtual, garantindo mais celeridade da prestação jurisdicional.   
 
A professora da graduação do curso de Direito da faculdade Fasipe, Neuzimar Magalhães, disse que essa experiência oferecida pelo ‘Projeto Nosso Judiciário’ é uma aula prática que mostra o real funcionamento e composição da justiça para os acadêmicos. 
 
“É uma oportunidade de conhecer o que realmente é o Poder Judiciário, pois os alunos em sala de aula não possuem uma visão do todo, desta amplitude, a forma de como a corte é composta. É muito diferente estudar em sala e estar aqui vivenciando, como é este funcionamento. Além disso, creio que essa visita no Judiciário faz toda a diferença na escolha daquilo que cada um pretende para o futuro, pois alguns entram sem ter noção do que irão fazer, mas essa visita pode ajudar nesta escolha, decisão de qual carreira seguir”, explicou a professora. 
 
Sobre o Nosso Judiciário 2023: Foram 1.119 acadêmicos de Direito de 28 turmas e 17 faculdades, além dos estagiários do Fórum de Várzea Grande, que visitaram a sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
Para agendar uma visita ao Palácio da Justiça de Mato Grosso, entre em contato pelos números (65) 3617-3032 ou 3617-3516.
 
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Carlos Celestino/ fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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