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Programa Verde Novo entrega “Bosque dos Campeões” no Parque Novo Mato Grosso

Quatro pessoas sorridentes plantam uma muda de árvore em um gramado. Dois homens estão agachados mexendo na terra, enquanto uma mulher e outro homem ficam em pé ao fundo, segurando um regador e a planta. Todos vestem roupas casuais e esportivas.O Programa Verde Novo deu continuidade à programação da Corrida de Reis 2026 com a entrega do plantio do Bosque dos Campeões, no Parque Novo Mato Grosso, localizado na MT-251, estrada de Chapada dos Guimarães, nesta terça-feira (20). A iniciativa deixa um legado ambiental após a realização da prova.

O Bosque dos Campeões resulta do plantio de 57 árvores nativas do Cerrado, que representam os 57 atletas campeões das diferentes categorias da Corrida de Reis 2026. A ação é fruto da parceria entre o Programa Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, a TV Centro América e o Sesi.

Homem de pele clara, barba curta e óculos, sorrindo durante uma entrevista ao ar livre. Veste camiseta cinza com a frase Continuidade do Programa Verde Novo

O coordenador do Programa Verde Novo, Sergio Savioli Resende, explicou que o plantio está ligado às atividades da Corrida de Reis. “Essa é uma continuidade, uma extensão das atividades da corrida. Estamos criando um bosque em homenagem aos campeões. São 57 mudas que simbolizam os 57 prêmios distribuídos na prova”, afirmou.

Segundo ele, a iniciativa também faz parte de um trabalho desenvolvido desde 2017. “O Programa Verde Novo existe desde 2017 e é uma forma de conscientização e de mudança social. No começo, Cuiabá aparecia como a 20ª capital em arborização urbana, segundo o IBGE”, disse.

Sergio lembrou que houve mudança na relação da população com as árvores ao longo dos anos. “No levantamento seguinte, já em 2022, a cidade passou da 20ª para a 8ª posição. Hoje, quando há intervenção em áreas arborizadas, a população cobra explicações. Quando alguém toca em uma árvore, não é mais como antes”, afirmou.

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Homem com barba grisalha, de expressão séria. Ele usa uma jaqueta azul-marinho e um brinco de argola na orelha direita. O fundo mostra um campo gramado com pequenas mudas de árvores sob um céu nublado.Sustentabilidade e legado da Corrida de Reis

O gerente de Sustentabilidade da Rede Mato-grossense de Comunicação, Cícero Mariano, explicou que a ideia do bosque surgiu do compromisso da Corrida de Reis com a sustentabilidade. “A corrida, há quatro anos, tem foco absoluto em sustentabilidade. Trazer o atleta para esse engajamento sempre foi uma prioridade”, disse.

Ele destacou o caráter especial desta edição. “A gente correu em um lugar extremamente natural, com muito verde e água. Era justo deixar um registro. Uma das ideias foi plantar o Bosque dos Campeões”, relatou.

Cícero explicou que cada árvore representa um atleta campeão. “São árvores para os vencedores da elite masculina e feminina, atletas PCD e campeões por faixa etária. Todas serão identificadas, com placas e QR Code, para que as pessoas conheçam a história do atleta”, afirmou.

 Homem de pele clara, barba escura e óculos de sol, agachado ao lado de uma muda de árvore recém-plantada. Veste camisa azul-marinho com o logo Parceria e participação institucional

O superintendente do Sesi Mato Grosso, Alexandre Serafim, destacou o legado deixado pela ação. “A corrida já deixou um exemplo na área da saúde. Agora, a gente registra aqui no parque o nome dos campeões e das categorias”, disse.

Segundo ele, as árvores terão impacto ao longo do tempo. “Daqui a alguns anos, essas árvores vão oferecer sombra e contribuir para a beleza do parque. Para nós, é um orgulho participar desse projeto junto com o Tribunal de Justiça e a TV Centro América”, completou.

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 Mulher de pele clara e cabelos escuros presos em um coque, sorrindo durante entrevista. Veste camiseta cinza do Espécies nativas e regeneração ambiental

A engenheira florestal do Programa Verde Novo, Rosiani Carnaíba, explicou que o plantio seguiu critérios técnicos. “Como essa área foi desmatada anteriormente para a construção do parque, nós observamos quais espécies existiam aqui antes, para fazer a regeneração”, afirmou.

Segundo Rosiani, foram escolhidas espécies nativas do Cerrado. “Plantamos cumaru, tarumã, ingá, jacarandá e espécies de ipê, buscando uma arborização natural do espaço”, disse.

Ela também destacou o interesse de empresas em participar das ações. “Muitas empresas veem essas atividades e procuram o Programa Verde Novo para apoiar, seja na distribuição de mudas ou no plantio. Nós estamos disponíveis para atender esse público”, concluiu.

Mais de 250 mil mudas desde 2017

Criado em 2017, o Programa Verde Novo já utilizou mais de 250 mil mudas, entre plantios diretos e distribuição à população, conforme explicou o coordenador Sergio Savioli Resende. O programa também mantém o Zapmudas, canal de atendimento via WhatsApp pelo número (65) 3617-3090, para solicitação de mudas e agendamento de plantios.

Autor: Flávia Borges

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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