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Polícia Militar prende quatro faccionados e resgata criança de “tribunal do crime” em Várzea Grande

Policiais militares do 2º Comando Regional resgataram, nesta sexta-feira (24.4), um menino, de 12 anos e prenderam quatro homens, suspeitos por sequestro e cárcere privado, em Várzea Grande. A vítima alegou que foi agredida e ameaçada de morte pelos integrantes de uma facção criminosa.

De acordo com boletim de ocorrência, equipes da Companhia de Motopatrulhamento Tático Raio receberam informações de moradores de que um grupo havia levado a criança à força, segurando-a pelos braços, em direção a uma residência, na Rua dos Operários, no bairro Vila Arthur.

Diante da denúncia, os policiais intensificaram as buscas e localizaram o imóvel indicado. No local, quatro suspeitos foram encontrados mantendo a criança sob contenção. Durante a abordagem, a vítima contou que estava sendo submetida a um “tribunal do crime” e que seria executada.

Segundo o relato, após ser morta, a criança seria enterrada em uma área próxima conhecida como “Fazendinha”. A motivação seria a suspeita de furtos no bairro. A vítima também apresentava lesões no rosto, causadas por agressões.

Durante as buscas na residência, os policiais encontraram objetos que seriam usados na execução e ocultação do corpo, como facas, pá, picareta e enxada. A criança relatou ainda que foi obrigada a cavar a própria cova.

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No imóvel, também foram apreendidos materiais ligados ao tráfico de drogas, incluindo três balanças de precisão, dinheiro em espécie, celulares e chips telefônicos.

Os quatro suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Central de Flagrantes, junto com a vítima, para as providências legais. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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