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Programa “Capacita em Rede” qualificará recuperandos do sistema prisional do Estado

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Para qualificar e dar oportunidades de reinserção ao convívio social, o governo federal em parceria com o Poder Judiciário de Mato Grosso lançará, na terça-feira (12 de novembro), o programa “Capacita em Rede”. O projeto ofertará 13 cursos aos recuperandos do sistema prisional do Estado. Ao todo, 11 unidades serão contempladas. 
 
O Capacita em Rede é um projeto do governo federal executado pelo Instituto Federal do Sul de Minas (IFSULDEMINAS), com financiamento da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC. A iniciativa conta com a parceria da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e de diversas outras instituições.
 
Em Mato Grosso, aproximadamente 300 reeducandos já estão matriculados em cursos como eletricista, agricultor orgânico, manicure e pedicure, costureiro, horta comunitária. Todos os cursos incluem aulas teóricas e práticas. Ao final, os participantes receberão certificados emitidos pelo Instituto Federal do Sul de Minas.
 
No Brasil, o Capacita em Rede já qualificou mais de dois mil alunos, pessoas que estavam em vulnerabilidade social, como: em situação de rua, indígenas, dependentes químicos e em recuperação.
 
O lançamento do programa em Mato grosso será às 15h (horário de Brasília), com a participação de representantes das instituições parceiras, incluindo Setec/MEC, IFSULDEMINAS, CNBB, Secretaria de Segurança do Estado do Mato Grosso, Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Faculdade Católica, entre outras.
 
Serviço:
Lançamento do projeto Capacita em Rede no Regional Oeste 2 – Sistema Prisional
Data e horário: 12 de novembro de 2024 (terça-feira) 
Horário: 15h (horário de Brasília)
 
 
Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: A imagem é um pôster promocional de um evento ao vivo intitulado “Aula Inaugural” para “Regional Oeste 2”. Apresenta o texto “Capacita em Rede” em destaque. O evento está marcado para o dia 12 de novembro, às 15h, horário de Brasília. O lado direito da imagem mostra três pessoas envolvidas em atividades diferentes. No topo, uma pessoa usando um capacete vermelho está usando um martelo. Abaixo, duas pessoas estão juntas, com o rosto de uma pessoa borrado. Na parte inferior, uma pessoa está operando uma máquina de costura com tecido vermelho. O design geral inclui elementos que indicam uma transmissão ao vivo, como um ícone de botão de reprodução e a palavra “AO VIVO”.
 
Priscilla Silva 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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