TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

PPA 2024-2027: Poder Judiciário realiza etapa de validação de Proposta Orçamentária

O Poder Judiciário de Mato Grosso deu início, essa semana, a etapa de validação da proposta do Plano Plurianual 2024-2027. A etapa de validação contemplou a apresentação do resultado de um processo de compilação de demandas enviadas à Coordenadoria de Planejamento (COPLAN), pelas áreas administrativas do Tribunal de Justiça, entidades de classe e Comissão de Priorização do Primeiro Grau de jurisdição.
 
Foram realizadas três reuniões. Na primeira, que ocorreu no dia 18 de julho, a proposta orçamentária foi apresentada para a Comissão Permanente de Orçamento e Assuntos Financeiros do TJMT, formada pelos desembargadores Guiomar Teodoro Borges, Dirceu dos Santos e Sebastião Barbosa Farias. Na segunda reunião, no dia 19/07, a proposta foi discutida pelos representantes das entidades de classe e da Comissão de Priorização do Primeiro Grau. A terceira reunião, realizada no dia 20, contou com a participação dos desembargadores, que também tiveram a oportunidade de esclarecer todos os pontos da proposta orçamentária.
 
A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, alertou sobre a orientação de que a proposta orçamentária esteja alinhada com as ações estratégicas e com a participação de todos. “Estamos trabalhando nessa etapa de encerramento da elaboração da proposta do PPA 2024-2027 do Poder Judiciário, com a condução da Coordenadoria de Planejamento, que realizou o alinhamento com a nossa visão de futuro e abriu a proposta para a participação de magistrados e servidores, que foram representados em todas as etapas de construção do orçamento”.
 
As atividades de elaboração da proposta iniciaram no mês de abril com a etapa qualitativa. Inicialmente foram realizadas oficinas de trabalho com as áreas administrativas do Poder Judiciário de Mato Grosso. Na sequência, na etapa quantitativa, a Coplan fez a análise e projeção das despesas continuadas, e compilou as propostas encaminhadas pelas áreas, entidades de classe e Comissão de Priorização do Primeiro Grau.
 
“Esse é um plano tático de composição do orçamento que tem como premissa atender as necessidades da sociedade, trazendo o alinhamento com a nossa visão de futuro de sermos uma Justiça inclusiva, moderna e resolutiva”, esclarece o coordenador de Planejamento do TJMT, Afonso Maciel.
 
Na próxima semana a proposta orçamentária deverá ser encaminhada para votação no Tribunal Pleno e encaminhada ao Governo do Estado.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo apra promover a inclusão de pessoas com deficiência. Primeira imagem: Print de tela da reunião virtual com desembargadores do TJ. A tela está dividida em nove espaços onde aparecem os participantes da reunião, incluindo a presidente Clarice Claudino, que está no canto inferior esquerdo. Segunda imagem: Print de tela da reunião da Comissão do Primeiro Grau. A tela está dividida em seis aprtes, com os aprticipantes. Aparecem o coordenador da Coplan, Afonso Maciel ao centro. ao lado dele aparece a juíza auxiliar da Oresidência do TJMT Viviane Brito Rebello.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Dia das Crianças: Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Jaciara realiza tarde de brincadeiras
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Projeto Interligue Já alcança 93% de acordos e fortalece saneamento ambiental em Cuiabá

A 6ª edição do Mutirão de Conciliação do Projeto Interligue Já encerrou suas atividades com índice de 93,18% de efetividade conciliatória, consolidando a iniciativa, que completa dois anos de atuação, como uma importante ferramenta de promoção do saneamento básico e da preservação ambiental em Cuiabá.

Realizado entre os dias 8 e 12 de junho, durante a Semana da Pauta Verde 2026, o mutirão resultou na formalização de 314 acordos para regularização da ligação de imóveis à rede pública de esgotamento sanitário. Todas as audiências são realizadas por videoconferência.

A iniciativa é do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT), por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Ambiental (Cejusc Ambiental) da Comarca de Cuiabá, em parceria com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), a concessionária Águas Cuiabá e o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do PJMT.

Durante os cinco dias de mobilização, foram pautados 551 procedimentos referentes a imóveis localizados nos bairros Jardim das Américas, Duque de Caxias I, Bosque da Saúde, Quilombo e Santa Rosa, além de casos remanescentes de mutirões anteriores. Das 337 audiências realizadas, 314 resultaram em acordo e apenas 23 terminaram sem composição.

Os números representam um avanço em relação à edição anterior, realizada em março deste ano. O total de acordos passou de 271 para 314, enquanto as ausências caíram de 253 para 214. A taxa de efetividade conciliatória cresceu de 90,64% para 93,18%.

O coordenador do Núcleo de Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Rodrigo Roberto Curvo, afirmou que os resultados do projeto evidenciam o potencial da conciliação para promover mudanças concretas na sociedade. Disse ainda que a ligação correta dos imóveis à rede pública de esgoto é uma medida que beneficia toda a coletividade.

Leia Também:  Fórum de Pontes e Lacerda é modernizado e amplia atendimento das demandas jurisdicionais da região

“Quando o esgoto recebe o tratamento adequado, reduzimos a contaminação de rios e córregos, prevenimos doenças e promovemos mais qualidade de vida para a população. O Projeto Interligue Já demonstra que, por meio do diálogo e da cooperação entre as instituições e os cidadãos, é possível avançar na efetivação de políticas públicas essenciais para o desenvolvimento sustentável de Cuiabá”, avaliou o desembargador.

Para o gestor-geral do Cejusc Ambiental, Samir Oliveira, os resultados demonstram que o projeto vem cumprindo seu papel de promover soluções consensuais e ampliar a conscientização da população sobre a importância da conexão dos imóveis à rede de esgoto.

“Os mutirões têm apresentado resultados cada vez mais expressivos, não apenas pelo número de acordos firmados, mas também pelo alcance social e ambiental da iniciativa. Percebemos que muitas pessoas procuram o Cejusc espontaneamente para regularizar seus imóveis após tomarem conhecimento do projeto, o que evidencia o fortalecimento da cultura da conciliação e da responsabilidade ambiental”, explicou.

O Projeto

Criado há dois anos, o Projeto Interligue Já reúne instituições públicas e privadas em uma atuação integrada voltada à ampliação das ligações à rede coletora de esgoto. Conforme dados da concessionária Águas Cuiabá, desde o início do projeto, a carga poluidora que deixa de ser lançada diariamente nos rios e córregos da capital passou de 14 para 20 toneladas por dia, refletindo os avanços alcançados na regularização dos imóveis.

A adesão da população tem sido um dos principais fatores para o sucesso do Projeto Interligue Já. Dados do Cejusc Ambiental mostram que 90% dos participantes das audiências realizadas em 2025 firmaram acordos para regularizar a conexão de seus imóveis à rede pública de esgoto. Os resultados também foram confirmados pelas vistorias técnicas após as conciliações, que registraram índices de regularização de 93% no bairro Grande Terceiro, 91% no Jardim Aclimação e 90% no Santa Rosa II.

Leia Também:  Dia das Crianças: Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Jaciara realiza tarde de brincadeiras

Como funciona o Mutirão Interligue Já

Como um imóvel é incluído no projeto?

A concessionária identifica imóveis que possuem rede pública de esgoto disponível, mas ainda não estão conectados a ela. Esses casos são encaminhados ao Ministério Público, que instaura um procedimento e o envia ao Cejusc Ambiental para tentativa de solução consensual.

O que acontece depois?

O proprietário é convidado para uma audiência de conciliação no Cejusc Ambiental. Participam representantes da concessionária, do Município, da agência reguladora e do Ministério Público.

Qual é o objetivo da audiência?

Orientar o morador, esclarecer dúvidas e construir uma solução viável para regularizar a ligação do imóvel à rede de esgoto.

Por que é feito um acordo?

Muitos proprietários precisam de prazo para executar a obra ou possuem dúvidas técnicas sobre a interligação. O acordo registra os compromissos assumidos e estabelece um prazo para que a adequação seja realizada.

Quem paga pela obra?

A adequação das instalações internas do imóvel é responsabilidade do proprietário, que deve contratar um profissional de sua confiança para realizar a conexão à rede coletora.

Como a regularização é comprovada?

Após a conclusão da obra, a concessionária realiza uma vistoria técnica e emite um laudo que atesta a regularidade da interligação.

Quais os benefícios do acordo?

A solução consensual evita a judicialização e contribui para a ampliação do saneamento básico. Com mais imóveis conectados à rede de esgoto, há ganhos para a saúde pública, para o meio ambiente e para a qualidade de vida da comunidade.

Próximos mutirões

Duas novas edições já estão previstas para o segundo semestre de 2026: de 14 a 18 de setembro e de 14 a 18 de dezembro. A expectativa é de ampliar o atendimento a novos bairros e dar sequência aos resultados ambientais e sociais obtidos pelo projeto.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA