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Poder Judiciário inaugura cinco Pontos de Inclusão Digital em cidades da Comarca de Barra do Garças

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O Poder Judiciário de Mato Grosso inaugura mais cinco Pontos de Inclusão Digital (PID) na terça-feira (25 de junho), nos municípios de Araguaia, General Carneiro, Pontal do Araguaia, Torixoréu e Ribeirãozinho, todos pertencentes à Comarca de Barra do Garças. Com estes, já estão em funcionamento 31 PID´s em localidades distantes da sede das comarcas.
 
O PID é um escritório que funciona como uma extensão do Fórum e oferece os principais serviços forenses. O local é equipado com computadores que permitem às pessoas participarem de audiências sem precisar viajar para a sede da Comarca, no caso Barra do Garças.
 
Veja informações de cada um dos novos Pontos de Inclusão Digital:
 
PID Pontal do Araguaia
Endereço: Cartório de Registro Civil de Pontal do Araguaia-MT
Av. Universitária, 131 – Bairro Araguaia Center
Contatos: (66) 99716-7669 e 3405-5674 e [email protected]
Horário de atendimento: 09 às 17h
Servidor responsável: Frederico Augusto Morbeck
 
PID Torixoréu
Endereço: Cartório de Registro Civil de Torixoréu-MT
Rua General Rondon, 240 – Centro
Contatos: (66) 3406-1331 – [email protected]
Horário de atendimento: 09 às 12h e 13h30 às 17h
Servidor responsável: Deon da Purificação
 
PID General Carneiro
Endereço: Prefeitura Municipal de General Carneiro-MT
Rua João Eduardo, s/n, Centro (anexo ao CRAS)
Horário de atendimento: 07 às 12h
 
PID Araguaiana
Endereço: Rua José da Luz, 130 – (anexo à Secretaria da Mulher)
Horário de atendimento: 07 às 11h e 13h às 17h
PID Ribeirãozinho
Endereço: Rua São João, Quadra 23, Lote 08, Centro (próximo ao Detran)
Horário de atendimento: 07 às 12
 
 
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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